Esta empresa declara querer alcançar a igualdade de género nos cargos de direcção até 2025

Margarida Lopes
17 de Maio 2022 | 16:00
Esta empresa declara querer alcançar a igualdade de género nos cargos de direcção até 2025

A Henkel anunciou a sua intenção de alcançar a igualdade de género em todos os cargos de direcção até 2025. A proporção de mulheres em cargos de direcção aumentará significativamente, tanto em cargos de topo como em cargos de junior e middle management. 

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Carsten Knobel, CEO da Henkel, explica: «Na Henkel, acreditamos que é nossa responsabilidade garantir a igualdade de acesso a oportunidades para todas as pessoas, e é por isso que estamos comprometidos com a diversidade. Estamos convencidos de que a diversidade de género desempenhará um papel crucial no nosso futuro empresarial. A nossa agenda de crescimento baseia-se numa cultura colaborativa composta por pessoas capazes. Abraçar a diversidade e fortalecer a nossa cultura inclusiva são elementos-chave que nos permitem colaborar efetivamente, incluir diferentes perspetivas e capacitar-nos mutuamente – não apesar das nossas diferenças, mas sim por causa delas».

Nos últimos anos, a Henkel aumentou a proporção de mulheres em cargos de direcção, chegando agora a 38%. «Fizemos um bom progresso, mas é necessário progredir ainda mais. Alcançar a igualdade de género em todos os níveis da empresa é uma meta muito ambiciosa. Estamos totalmente comprometidos em acelerar e intensificar ainda mais os nossos esforços com programas e ações concretos para aproveitar todo o potencial da nossa diversidade», refere Sylvie Nicol, CHRO da Henkel.

Para promover uma maior diversidade de género, a Henkel acelerará ainda mais os programas e medidas dedicados aos seus colaboradores, desde o processo de recrutamento até ao desenvolvimento e retenção de talento. Isso implica incluir a diversidade de género no processo de selecção e atracção de talento; um plano bem elaborado de promoções e sucessão de cargos; maior consciencialização a nível interno sobre a diversidade; programas de inclusão e cursos sobre preconceito; expansão de novos modelos de trabalho, como liderança partilhada ou liderança parcial; e aprofundamento de iniciativas de mentoring e networking sobre diversidade em nível global.

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