A Abreu Advogados criou o Happiness Hub, uma nova área dedicada à promoção e acompanhamento activo do bem-estar de todos os seus colaboradores, através da monitorização e acções de suporte à cultura e clima organizacionais.
O mais recente departamento do escritório, pioneiro no sector da Advocacia, conta com uma equipa de duas pessoas dedicadas à gestão da felicidade dos colaboradores, que visa garantir que todos os elementos se sintam reconhecidos, ouvidos e integrados.
Esta nova área da gestão surge numa altura em que os líderes empresariais enfrentam uma grande pressão, acelerada pelos efeitos da pandemia, para aumentar a resiliência das suas organizações, enquanto, simultaneamente, procuram integrar novas e diversificadas estratégias para a priorização do bem-estar e produtividade dos seus colaboradores.
«O Happiness Hub irá trabalhar em estreita ligação com todos os colaboradores, respondendo às suas necessidades e promovendo programas de melhoria da cultura corporativa, com o foco no fortalecimento da autonomia e independência, de forma personalizada e ajustada à conjetura pandémica actual. A equipa responsável irá, desta forma, assegurar os recursos necessários para que o escritório represente, ainda mais, uma fonte de realização pessoal a todos os níveis», lê-se em comunicado.
No ano de lançamento, o Happiness Hub da Abreu Advogados conta já com uma agenda de iniciativas a pensar na felicidade e na promoção do melhor de cada pessoa. Já em Abril e até ao final do ano vão decorrer, para todos os colaboradores, talks internas e sessões de coaching, assim como novos momentos “Abreu à Mesa”, uma iniciativa que junta elementos da todos os níveis da sociedade para estimular a troca de experiências.
Para Matilde de Mello Cabral, COO da Abreu Advogados, «o Happiness Hub surge quase como uma consequência natural dos valores e visão da Abreu, confirmando a aposta no bem-estar organizacional e das Pessoas Abreu, o maior ativo da nossa sociedade. É com muito orgulho que somos mais uma vez pioneiros no setor, esperando que outras sociedades sigam esta tendência, pois o bem-estar e a felicidade emocional numa sociedade de pessoas, devem de facto ser uma prioridades na agenda das nossas organizações.»













