Estão as empresas de facto comprometidas com a igualdade de género?

Pelo segundo ano consecutivo, a Hays fez um inquérito global sobre a percepção dos colaboradores em relação ao compromisso dos seus empregadores em assegurar a igualdade de género. Conheça as conclusões.

 

A Hays inquiriu mais de 1300 pessoas de todo o mundo, antes do Dia Internacional da Mulher, para descobrir a percepção dos colaboradores sobre o compromisso dos seus empregadores em alcançar a igualdade de género no local de trabalho e as possíveis barreiras para alcançá-la.

De uma forma geral, 29% dos inquiridos afirmaram que o seu empregador não está totalmente comprometido em alcançar a igualdade de género, enquanto 53% afirmaram que a sua empresa está comprometida. Os resultados da pesquisa tiveram uma melhoria em relação ao ano anterior, com apenas 45% dos inquiridos que afirmaram que o seu empregador estava comprometido em alcançar a igualdade em 2019.

Ao dividir os resultados por género, 37% das mulheres acreditam que o seu empregador não está totalmente comprometido, em comparação com apenas 21% dos homens. Considerando que apenas 45% das mulheres pensam que o seu empregador está comprometido em alcançar a igualdade de género no local de trabalho, em comparação com 60% dos homens.

Dos inquiridos que afirmaram que o empregador não estava totalmente comprometido em alcançar a igualdade, a Hays perguntou as áreas em que eles pensavam que o empregador poderia melhorar para apoiar uma maior igualdade de género. No geral, 31% disseram que o seu local de trabalho deveria oferecer oportunidades iguais, seguido de remuneração igual em (25%), 17% comentaram práticas flexíveis de trabalho e 14% declararam formação para criar mais consciência de igualdade de género.

Já 55% das mulheres disseram que era necessário salário igual para alcançar a igualdade de género em comparação com 26% dos homens. Enquanto 46% dos homens disseram que a igualdade de oportunidades era a prioridade, contra apenas 28% das mulheres.

«É positivo ver que houve uma melhoria nos resultados relacionados à perceção de que as empresas estão a dar destaque à igualdade de género. No entanto, 29% dos profissionais afirmam que o empregador não está totalmente comprometido, há claramente mais trabalho que tem que ser feito. As empresas precisam de ser transparentes e comunicar à sua força de trabalho as medidas que estão a tomar para combater a desigualdade», comentou Sandra Henke, head of People and Culture da Hays.

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