Estas profissões vão desaparecer já a partir deste ano. Saiba se a sua é uma delas

O rápido progresso e as tecnologias avançadas ao serviço do homem, como o Big Data, a Inteligência Artificial (IA) e a robótica, vieram facilitar-nos a vida. Contudo, também têm o seu lado negativo. O “El Confidencial” avança que a transformação digital vai levar algumas profissões a desaparecer já a partir dos próximos meses. 

 

Um estudo da McKinsey Global Institute, da Universidade de Oxford e do Banco Mundial, citado pelo jornal espanhol, previu que, em 2030, entre 400 e 800 milhões de trabalhadores sejam substituídos por software. E, na verdade, o Fórum Económico Mundial estima que 29% das tarefas já estejam a ser feitas por máquinas.

A pensar nisso, saiba quais as sete profissões em vias de extinção:

1. Empregados de mesa: o potencial de automação para esta função é de 77% nos próximos anos, de acordo com um estudo do Centro para um Futuro Urbano (Center for an Urban Future, em inglês).

2. Trabalhadores da indústria: o segundo sector mais afectado pelo boom tecnológico, principalmente pela introdução de software e robôs, nas linhas de montagem, é a indústria. Dados do estudo “How Robots Change the World” da Oxford Economics revelam, inclusive, que 400 mil empregos foram substituídos por máquinas em toda a Europa, desde o ano 2000.

3. Motoristas: uma análise da Universidade de Oxford dá conta de que existe uma probabilidade de 89% de que esta profissão venha a ser totalmente desempenhada por máquinas num futuro próximo.

4. Maquinistas: só na Europa existem já 17 linhas de metro totalmente automatizadas e em pleno funcionamento.

5. Carteiros: o número de empregos nesta área veio diminuir significativamente com a rápida ascensão do correio electrónico.

6. Agricultores: com a agricultura também a evoluir tecnologicamente, um dos objectivos é retirar a mão-de-obra humana deste sector, uma vez que se trata de uma profissão considerada de risco.

7. Advogados: já existe software de IA e de Big Data capaz de rever uma enorme quantidade de documentos em pouco tempo, o que poderá levar à destruição de 39% dos empregos no sector jurídico só no Reino Unido, segundo dados da Deloitte Legal.

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