Estas três competências vão assegurar-lhe o seu trabalho de sonho

Se a ideia de fazer uma apresentação em frente aos seus colegas de trabalho o deixa nervoso ou se ser empático no local de trabalho para si é um problema, não se preocupe, não está sozinho. O primeiro passo é estar ciente de que há algo que é preciso melhorar. E há competências fundamentais hoje em dia.

 

Perceber isso e tentar resolvê-lo é o primeiro de muitos passos que podem trazer mudanças muito positivas no ambiente de trabalho. No actual contexto de coworking, escritórios de espaço aberto e novas tecnologias, o domínio das competências transversais é cada vez mais valorizado e, muitas vezes, faz a diferença entre ter acesso a um emprego melhor ou sentir-se “preso” a um emprego de que não gosta durante anos.

Com isto em mente, o El País elaborou uma lista com competências que deve ter e como desenvolvê-las se quer conseguir o seu emprego de sonho.

 

1. Falar em público
É importante saber falar em público. Não é necessário tornar-se um orador brilhante, mas é conveniente desenvolver uma certa facilidade quando se trata de participar de reuniões, apresentar ideias ou gerir e interpretar as críticas que possam ocorrer.

A capacidade comunicativa é um meio muito eficaz de persuadir, motivar, inspirar, criar confiança e conectar-se emocionalmente com uma variedade de públicos dentro das organizações.

Existem algumas chaves para falar em público. Antes de falar para uma plateia, é perfeitamente normal ficar nervoso. A melhor maneira de diminuir os nervos é reconhecê-los, em vez de os esconder, o que fará com que as pessoas simpatizem consigo, porque se colocam na sua pele e são mais condescendentes com os seus erros, de acordo com Pau Forner, especialista em habilidades sociais. Olhando nos olhos um do outro, adoptando uma postura de segurança e movendo-se dentro do que podemos pelo espaço que temos disponível, são algumas das técnicas que podemos usar para aumentar nossa sensação de conforto.

Outra chave é usar menos dados e mais metáforas e histórias. Foi demonstrado que esses recursos são muito mais convincentes e persuasivos do que dados puros. Portanto, em reuniões ou apresentações, é melhor alternar informações técnicas com exemplos práticos para torná-las mais memoráveis. E, finalmente, pergunte ao público, sempre que possível, faça perguntas ou faça pesquisas. Dessa forma, eles sentirão que também fazem parte da apresentação e terão uma atitude mais construtiva.

 

2. Escrever correctamente
A nossa mensagem deve ter um objectivo claro e ser discutida de forma adequada. Um e-mail cheio de imprecisões vai muito além do conteúdo e não de uma maneira positiva. Na melhor das hipóteses, transmite a imagem de uma pessoa descuidada ou de pouco experiência, e isso coloca-nos em desvantagem, porque quem recebe o e-mail já se surpreende com o quão mau é escrito antes de analisar o conteúdo da mensagem.

De facto, há cada vez mais empresas que se preocupam com a maneira como escrevem para os seus colaboradores. Existe uma falta de planeamento antes de escrever, as pessoas não fazem isso por falta de tempo, mas isso cria confusão e mal-entendidos, por isso, rever o que escrevemos economiza tempo.

É muito importante organizar as informações agrupando os temas comuns. Dentro de cada parágrafo, é importante que exista uma estrutura e que as informações relevantes estejam no início, para que o leitor permaneça ligado à leitura e avance com facilidade.

 

3. Competências emocionais e sociais
O conhecimento técnico pode ser essencial para conseguir um emprego, mas além dessas capacidades formais, são as competências transversais que o mundo dos negócios exige cada vez mais, e que podem abrir ou fechar a porta de uma possível promoção. Entre elas, a mais importante é a empatia, que funciona nos dois sentidos, aprender não apenas a colocar-nos no lugar dos outros, mas também (e acima de tudo) permitir que os outros se ponham nosso lugar.

«É preciso usar mais emoções na nossa comunicação, desde como se sente numa reunião de trabalho até as impressões para um filme que viu. Muitas pessoas colocam um muro em acção, e isso é contraproducente», diz Forner, autor do blog Social Skill.

Outras competências que desempenham um papel muito importante são a assertividade e gestão de conflitos. O primeiro é evitar ser muito submisso ou  muito agressivo com suas propostas. O segundo, trata-se de poder gerir os conflitos adequadamente. Esta é uma capacidade altamente valorizada.

 

Como desenvolver essas competêcias?
O primeiro passo é estar ciente de que há algo que é preciso melhorar. A partir daí, uma boa prática é escolher alguém em quem confie e que o possa acompanhar. Informe-o em que aspectos quer melhorar e que ele poderá notificá-lo se a qualquer momento não for assertivo ou não estiver a contribuir para resolver um determinado conflito.

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