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Este centro de formação digital já formou mais de 200 mil pessoas em Portugal
O Cesae Digital comemora 40 anos de dedicação à formação profissional em Portugal. Desde a sua fundação, já passaram pelas suas formações mais de 200 mil cidadãos nas mais diversas áreas de Tecnologias de Informação, digital entre muitas outras.
A este propósito, o secretário de Estado do Trabalho, Adriano Rafael Moreira marcou presença nas comemorações do 40.º aniversário do Cesae Digital, no dia 27 de Fevereiro.
Criado em 1985, fruto da visão de governantes e empresários, o Cesae nasceu como um Centro de Formação em Informática – CESAI, numa altura em que Portugal, com os fundos de pré-adesão à CEE, impulsionava a criação de Centros de Formação Sectorial alinhados com as indústrias tradicionais. Na altura, a prioridade era capacitar jovens e activos em sectores como metalomecânica, têxtil, cortiça, electricidade e electrónica, construção civil e ourivesaria.
Contudo, um outro sector começava a emergir. Em parceria com a então AIPortuense (atual AEP – Associação Empresarial de Portugal) e o IEFP, empresários e responsáveis institucionais e políticos decidiram lançar um Centro de Formação em Informática, sem prever a dimensão que a informática e, mais tarde, as TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação) e o Digital, viriam a ter na sociedade.
A transformação do então CESAE – Centro de Serviços e Apoio às Empresas, promovida pelo Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, culminou, em Julho de 2020, na criação do CESAE Digital, reafirmando a sua missão de (re)qualificação dos cidadãos portugueses, sempre ao serviço da inovação e do conhecimento.
Nos próximos anos, a aposta será em novos modelos de aprendizagem, formação em competências digitais emergentes e parcerias estratégicas com empresas tecnológicas. Entre os projectos para o futuro, destacam-se:
· Expansão da oferta formativa em áreas como Inteligência Artificial, Cibersegurança e Transformação Digital;
· Reforço da aposta na Requalificação dos portugueses para as áreas digitais, potenciando a sua empregabilidade e desenvolvimento profissional.
· Incremento de programas inovadores que estimulam a equidade (Girls Can Code) e a coesão social (Espaço Cidadania Digital).
· Fortalecimento das parcerias com empresas nacionais e internacionais para criar cursos alinhados com as novas exigências do mercado.