As organizações que queiram promover o acesso a energia renovável em países africanos em desenvolvimento já podem candidatar o seu projecto ao Fundo A2E (Access to Energy) da EDP. A empresa lançou a quinta edição deste programa, com uma dotação de um milhão de euros, para apoiar projectos em cinco geografias: Moçambique, Nigéria, Maláui, Quénia e Ruanda.
Com o objectivo de contribuir para uma transição justa e inclusiva em comunidades remotas e mais vulneráveis nessas regiões, a EDP pretende assim ajudar a desenvolver soluções de acesso a energia limpa e acessível que impactem sectores fundamentais na vida dessas comunidades.
«É urgente desenvolver soluções que ajudem a combater a pobreza e a exclusão que ainda afectam a vida de milhões de pessoas em todo o mundo», afirma Miguel Stilwell d’Andrade, presidente executivo da EDP.
A EDP dá assim continuidade ao programa iniciado em 2018 com a ambição de apoiar projectos de energia limpa e sustentável em países emergentes.
Nas últimas quatro edições, o Fundo A2E recebeu mais de 540 candidaturas, tendo investido 2,5 milhões de euros em 28 projectos que impactaram directamente a vida de 120 mil pessoas e, indirectamente, de cerca de dois milhões em sete países africanos – Moçambique, Nigéria, Maláui, Quénia, Angola, Tanzânia e Ruanda.
À semelhança das últimas edições, o Fundo A2E volta a apostar em cinco áreas prioritárias – educação, saúde, água, agricultura, comunidade e negócios – e valoriza critérios de avaliação como impacto social, parcerias, sustentabilidade, potencial de expansão ou viabilidade técnica e financeira.
Nesta quinta edição, as entidades poderão candidatar-se a apoios financeiros entre 50 mil e 150 mil euros para cada projecto – o fundo garante até 75% dos custos reais totais do projecto (no caso de organizações sem fins lucrativos) e até 50% dos custos para outras entidades com fins lucrativos.
As candidaturas para a 5ª edição do Fundo A2E podem ser feitas até 22 de Maio aqui.














