Estudantes acreditam que profissão será valorizada

Flávia Brito
1 de Julho 2016 | 12:01

Durante o mês de Junho a rede Universia e a comunidade de emprego Trabalhando.com lançaram uma sondagem na qual se pretendia apurar quais as profissões que os jovens consideram ter mais futuro, confrontando estes dados com o curso ou área que escolheram ou pretendem escolher.

Participaram neste estudo 10 dos 23 países da rede ibero-americana Universia, tendo sido recolhida uma amostra de 4.621 indivíduos, 635 dos quais portugueses.

Quando questionados sobre a que área do conhecimento pertence o seu curso as respostas foram:

– 27% dos jovens portugueses referiu que o seu curso se integra na área das Ciências Exactas;

– 25% que se encontram a frequentar um curso na área de Gestão e Administração de Empresas;

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–  Ciências Sociais que representam 18% dos inquiridos a nível nacional;

– Desporto recolheu 14% das escolhas;

– 9% de respostas de jovens encontravam-se a frequentar, ou que já tinham frequentado um curso na área da Saúde;

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– 6% na área das Artes e Humanidades.

Ainda no que se refere aos jovens portugueses, 75% dos inquiridos neste estudo acreditam que a profissão que escolheram seguir será bem valorada nos próximos dez anos. A nível global esse valor não difere muito, tendo registado 78% das respostas.

Quando questionados sobre quais as carreiras que acreditam ter mais futuro, os portugueses mantiveram-se alinhados com grande parte dos jovens dos outros países, destacando as chamadas Profissões de STEM (ciência, tecnologia, matemáticas e engenharias, na sigla em inglês), sobretudo as áreas de tecnologia como: Mobile Developer (8%); Digital Marketing Manager, Desenvolvimento de Software, Responsável de SEO e Robótica, todos eles com (7%); Programador web 2.0, com 6%; Enfermeiro e Desenvolvimento de Software com 5%; Auditor web, Consultor,  Gastronomia e alta cozinha, Engenheiro eletrotécnico, Matemáticas com 4%. Quanto às restantes respostas, o destaque vai para a Engenharia agrícola que não registou qualquer simpatizante a nível nacional, mas que representou ser uma das áreas eleitas por 3% dos participantes globais neste inquérito a nível ibero-americano.

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