Estudo da Microsoft desvenda como vai ser o futuro do trabalho

Margarida Lopes
22 de Março 2021 | 17:13

O relatório «The Next Great Disruption is Hybrid Work – Are you ready?» da Microsoft revela que cerca de 73% dos trabalhadores inquiridos querem a continuação de opções de trabalho remoto flexíveis.

 

O estudo, realizado a mais de 30 mil pessoas, em 31 países e que analisa sinais de produtividade agregada e da força de trabalho no Microsoft 365 e LinkedIn, indica que as publicações de ofertas de trabalho remoto no LinkedIn aumentaram mais de cinco vezes durante a pandemia.

Mais de 40% da força de trabalho global está a considerar deixar a sua entidade empregadora este ano e 46% planeia mudar-se, agora que pode trabalhar remotamente.

O mesmo estudo revela que as tendências de colaboração no Microsoft Teams e no Outlook sugerem que as redes de contacto registaram uma contracção, mas o trabalho híbrido vai recuperá-las.

Continue a ler após a publicidade

Já  tempo gasto em reuniões mais do que duplicou globalmente e mais de 40 mil milhões de e-mails foram trocados no mês de Fevereiro deste ano, comparativamente ao ano passado.

O relatório revela ainda sete tendências de trabalho híbrido importantes para os líderes, à medida que entramos nesta nova era de trabalho:

  1. O trabalho flexível veio para ficar
  2. Os líderes estão afastados dos colaboradores
  3. A elevada produtividade está a ocultar a exaustão da força de trabalho
  4. A Geração Z está em risco e terá de ser revitalizada
  5. A redução das redes de contacto está a comprometer a inovação
  6. A autenticidade vai estimular a produtividade e o bem-estar
  7. O talento está em todo o lado, num mundo de trabalho híbrido

 

Continue a ler após a publicidade

Além de revelar o que está em jogo com o futuro do trabalho, o Work Trend Index recomenda cinco estratégias para os líderes à medida que começam a fazer a mudança necessária:

  1. Criar um plano para capacitar as pessoas para uma extrema versatilidade
  2. Investir no espaço e na tecnologia para fazer a ponte entre os mundos físico e digital
  3. Combater a exaustão digital desde o topo das organizações
  4. Dar prioridade à reconstrução do capital social e da cultura
  5. Repensar a experiência dos colaboradores para competir pelos melhores e mais diversos talentos

 

 

Partilhar


Mais Notícias