As perspectivas melhoram em 2027 com uma queda de 6% à medida que a inflação diminua, os mercados energéticos normalizem e os bancos centrais recuperem margem para cortar as taxas de juro.
No caso da Europa, a Crédito y Caución prevê que o maior aumento de insolvências seja registado na Suíça, Itália e Portugal, enquanto a Irlanda, Dinamarca, Noruega e Países Baixos registarão diminuições. Em toda a Zona Euro, as empresas continuarão a operar sob considerável pressão em 2026. Os preços mais elevados da energia, impulsionados por perturbações nos mercados de gás ligadas ao conflito no Médio Oriente, estão a traduzir-se numa inflação generalizada e a pesar nas margens comerciais.
Nos Estados Unidos, prevê-se que as insolvências aumentem 8% em 2026. O clima económico continua desafiante para as empresas, à medida que as elevadas tarifas comerciais e a crescente incerteza política continuam a pesar sobre o ambiente operacional. Em sentido contrário, espera-se que o Canadá assista a uma diminuição das insolvências à medida que os pedidos de falência continuem a normalizar após o forte aumento em 2024.
Na região Ásia-Pacífico, a maioria dos mercados analisados registará quedas, desde níveis historicamente elevados. A Nova Zelândia e Hong Kong apresentam os ajustes descendentes mais acentuados, enquanto na Austrália, no Japão e na Coreia do Sul a estabilização ocorrerá mais lentamente.














