O crescimento do turismo em vários países europeus tem gerado uma reacção negativa significativa das comunidades locais, principalmente devido à escassez de habitação e ao aumento dos custos de vida, avança o Travel and Tour World.
Espanha, Itália e França destacam-se como os países onde os protestos contra o turismo de massas são mais frequentes e expressivos. O restante top 5 fica completo com a Grécia e Portugal.
Em Espanha, mais de 40 cidades registaram manifestações contra o turismo, incluindo Barcelona e as ilhas Canárias. A região da Catalunha recebeu cerca de 20,1 milhões de turistas em 2025, um aumento de 0,6% face a 2024.
Itália também tem sido palco de protestos em cidades como Veneza, Roma, Florença, Nápoles e Milão. Para conter o turismo excessivo, Veneza introduziu uma taxa turística em dias específicos de Abril a Julho para visitantes em excursões de um dia.
Em França, manifestações ocorreram em Marselha, Nice e Paris, acompanhadas por um aumento da oposição aos navios de cruzeiro, reflectindo a resistência tanto em áreas urbanas como em destinos costeiros.
No lado oposto, países como Chipre e Albânia apresentam uma postura mais acolhedora, sem registo de protestos anti-turismo nem pressão regulatória significativa sobre os visitantes.
O estudo da plataforma digital JB.com, que analisou 30 países, considerou factores como a intensidade dos protestos, cobertura mediática, taxas turísticas e a proporção de visitantes por residente para identificar as regiões mais afectadas pela reação negativa ao turismo.














