Segundo o BCE, o crescimento nos salários negociados, que abrange contratos colectivos de trabalho, deverá estabilizar, assim, em 2,6% no final deste ano. O indicador, que inclui pagamentos extraordinários não distribuídos ao longo do tempo atingiu os 3% em 2025 e estima-se que seja 2,6% em 2026, sem alterações face aos dados de maio.
O mesmo indicador aborda a dinâmica anual, evitando que os pagamentos extraordinários sejam incluídos múltiplas vezes no cálculo dos resultados anuais.
A evolução dos salários é uma das métricas utilizadas pelo BCE para prever a inflação na zona euro.
A análise do BCE é apoiada em dados do Eurostat e de bancos centrais e entidades oficiais de Bélgica, Alemanha, Grécia, Espanha, França, Itália, Países Baixos, Áustria e Finlândia.














