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	<title>Human Resources</title>
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	<title>Human Resources</title>
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	<item>
		<title>Águas do Douro e Paiva tem novo Conselho de Administração</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/aguas-do-douro-e-paiva-tem-novo-conselho-de-administracao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Margarida Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 15:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em Trânsito]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Águas do Douro e Paiva]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Coimbra]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Águas do Douro e Paiva elegeu o Conselho de Administração para o mandato 2026–2028, iniciando um novo ciclo de gestão num contexto de crescentes desafios ao setor da água, com foco na resiliência dos sistemas e na transição energética.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo Conselho de Administração é presidido por Bruno Coimbra, sendo ainda composto por Fernando Vasconcelos como vice-presidente e Mariana Ferreira Macedo como vogal executiva.</p>
<p>A nova liderança assume como prioridade estratégica o reforço da resiliência operacional e infraestrutural, assegurando a continuidade e a qualidade do serviço prestado às populações.</p>
<p>«Este Conselho de Administração assume esta missão com um profundo sentido de responsabilidade e de serviço público», afirma Bruno Coimbra. O novo presidente da Águas do Douro e Paiva acrescenta que «este ciclo será marcado pelo reforço da resiliência dos nossos sistemas, pelo investimento na inovação, pela gestão inteligente do sistema de abastecimento e pela capacidade de antecipar e responder a contextos cada vez mais exigentes.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Grupo Casa do Sono vai abrir três novas lojas. E vai contratar</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/grupo-casa-do-sono-vai-abrir-tres-novas-lojas-e-vai-contratar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Margarida Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 14:20:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Recrutamento/Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Casa do Sono]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[recrutamento]]></category>
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					<description><![CDATA[O grupo Casa do Sono vai abrir três lojas em Portugal, contando com um investimento de 400 mil euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As três lojas deverão abrir dentro de mês e meio e o grupo quer contratar mais 20 pessoas nas áreas de vendas e gerência.</p>
<p class="text-paragraph">O grupo conta abrir duas novas lojas da EuroSofás, em Oeiras e na Amadora, com, respectivamente, 369 e 250 metros quadrados, e uma unidade da Casa do Sono em Portimão com perto de 800 metros quadrados.</p>
<p class="text-paragraph">Fonte da empresa, fundada em 2018 por Rachel Netto e Leon Netto, tinha dito em Setembro que esperava atingir 30 lojas no país &#8211; entre Casa do Sono e Euro Sofás &#8211; no espaço de cinco anos, estimando investir três milhões de euros.</p>
<p class="text-paragraph">A Casa do Sono está focada nas divisões de quarto e qualidade de sono e a EuroSofás na comercialização de sofás de gama alta.</p>
<p class="text-paragraph">Actualmente há seis lojas Casa do Sono em Portugal, todas na área da Grande Lisboa.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Bosch e Universidade do Porto lançam programa para apoiar futuros mestres em Engenharia</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/bosch-e-universidade-do-porto-lancam-programa-para-apoiar-futuros-mestres-em-engenharia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Margarida Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 13:40:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[bosch]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Bosch lançou um programa de colaboração em parceria com os Serviços de Acção Social da Universidade do Porto (SASUP) que contempla a atribuição de bolsas pecuniárias a estudantes de quatro mestrados da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A iniciativa ‘Bosch Tech Start’ destina-se a apoiar estudantes de mestrado que ambicionam transformar o mundo através da tecnologia, oferecendo-lhes oportunidades únicas de capacitação e contacto directo com a indústria.</p>
<p>Com foco no fortalecimento das competências dos participantes através de formação especializada, mentoria profissional e envolvimento em eventos tecnológicos promovidos pela Bosch, este programa pretende capacitar estudantes com formação em áreas tecnológicas para enfrentar os desafios actuais da indústria e construir um diferencial competitivo no mercado de trabalho.</p>
<p>Destinado a alunos da Universidade do Porto, o ‘Tech Start’ tem abertas 25 vagas para estudantes matriculados no primeiro ano de mestrado nos cursos de Engenharia Electrotécnica e de Computadores, Visão por Computadores, Inteligência Artificial e Engenharia e Ciência de Dados.</p>
<p>Entre as principais componentes do programa destacam-se:</p>
<p>· Formação especializada: conteúdos em áreas como self-marketing, Agile, UX, gestão de projetos, pensamento crítico e idiomas, entre outros, para complementar a formação académica.</p>
<p>· Mentoria profissional: cada participante será acompanhado por um mentor especializado da Bosch ao longo do programa, promovendo uma experiência de aprendizagem prática e personalizada.</p>
<p>· Participação em eventos de tecnologia: os estudantes poderão assistir e interagir em iniciativas tecnológicas internas, como o Software Summit e o Industry 4.0, que reforçam o contacto com contextos reais de inovação.</p>
<p>· Bolsa de estudo: está prevista a atribuição de uma bolsa de 1.000 € por ano a 10 candidatos em comprovada situação de dificuldade económica nos dois anos do mestrado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os critérios de selecção incluem a avaliação da média de entrada no mestrado, a apresentação de um pitch em vídeo e a análise do percurso académico e experiência do candidato. A participação no ‘Bosch Tech Start’ não cria um vínculo contratual com a empresa, sendo esta uma oportunidade de desenvolvimento e crescimento pessoal e profissional.</p>
<p>Todas as informações sobre estão disponíveis <a href="https://www.bosch.pt/carreiras/bosch-tech-start/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Inês Madeira, Grupo FHC. Saúde mental nas organizações: Entre indicadores e humanidade</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/ines-madeira-grupo-fhc-saude-mental-nas-organizacoes-entre-indicadores-e-humanidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 13:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião CE]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo FHC]]></category>
		<category><![CDATA[Inês Madeira]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Num contexto organizacional cada vez mais orientado por resultados, indicadores e metas agressivas, falar de saúde mental é mais do que uma tendência: é uma urgência estratégica. Leia o artigo de Inês Madeira, directora de Capital Humano do Grupo FHC.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><em>por Inês Madeira, directora de Capital Humano do Grupo FHC</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As empresas evoluíram em eficiência e tecnologia, mas muitas continuam a não priorizar um tema igualmente importante: reconhecer que o desempenho sustentável depende, inevitavelmente, do bem-estar emocional das pessoas.</p>
<p>Hoje, os colaboradores enfrentam níveis crescentes de exigência, ritmos acelerados e ambientes altamente competitivos, onde a pressão por optimização constante pode facilmente transformar-se em stress crónico, ansiedade ou burnout.</p>
<p>Estudos recentes demonstram que as culturas que valorizam quase exclusivamente as métricas e negligenciam o factor humano geram ambientes de trabalho tóxicos, nos quais o esgotamento se normaliza e a criatividade, o engagement e a produtividade diminuem de forma significativa. Nestes contextos, o foco exclusivo nos resultados acaba por comprometer a sustentabilidade do desempenho, levando ao aumento do stress e à perda de sentido no trabalho e no propósito, tão valorizado nas gerações mais novas que estão actualmente no mercado de trabalho e que, inevitavelmente, influenciam as gerações mais velhas.</p>
<p>Promover uma abordagem equilibrada, que valorize tanto os objectivos como o bem-estar, é fundamental para evitar estes efeitos negativos e construir organizações resilientes.</p>
<p>Mas há um outro lado igualmente evidenciado por experiências reais em contexto organizacional. Sabemos que a infelicidade no trabalho nasce muitas vezes da falta de reconhecimento, de transparência e de segurança psicológica, bem como do excesso de expectativas, de prazos apertados e de cargas excessivas. Estes factores não são inevitáveis: são moldáveis através da cultura, da liderança e da forma como o trabalho é organizado.</p>
<p>Criar um ambiente saudável sob pressão não significa eliminar metas ou suavizar a ambição corporativa. Significa alinhar crescimento com humanidade. E isso começa na liderança. Líderes emocionalmente conscientes fazem toda a diferença: sabem comunicar expectativas de forma clara, reconhecem esforços, ajustam prioridades quando necessário e promovem um clima onde pedir ajuda não é visto como fraqueza, mas como maturidade profissional. Uma cultura que oferece autonomia, apoio e espaços de diálogo reduz o impacto negativo da pressão e transforma metas exigentes em desafios motivadores, não em ameaças.</p>
<p>A adopção de uma gestão preventiva no contexto organizacional implica antecipar possíveis desafios relacionados com a saúde mental, actuando antes que se transformem em problemas crónicos ou crises que impactem negativamente o desempenho e o bem-estar dos colaboradores. Esta abordagem proactiva envolve a criação de mecanismos contínuos de acompanhamento, como a identificação precoce de sinais de stress ou esgotamento, a promoção de momentos regulares de escuta activa e a disponibilização de recursos de apoio emocional.</p>
<p>Colocar o tema da saúde mental nas conversas do dia-a-dia significa integrá-lo de forma natural e constante nas rotinas da empresa. Isso passa por estimular diálogos abertos entre líderes e equipas, normalizar o pedido de ajuda e criar espaços seguros onde as preocupações possam ser partilhadas sem receio de julgamento. Ao tornar este assunto parte integrante da cultura organizacional, as empresas não só previnem situações de risco, como também fortalecem o sentimento de pertença, confiança e compromisso entre todos os membros da equipa.</p>
<p>Conseguimos promover esta gestão preventiva através de formações, workshops ou acções de sensibilização sobre stress, mindfulness e gestão de tempo, garantindo e promovendo positivamente as pessoas e as equipas a identificar sinais de exaustão e a adoptar técnicas de recuperação mental.</p>
<p>Finalmente, é crucial rever políticas e processos. Quando a organização prioriza indicadores como absenteísmo, turnover ou engagement não apenas para medir desempenho, mas para compreender causas e agir sobre elas, transforma dados em estratégia. KPI (key performance indicators) bem estruturados permitem identificar padrões de risco e implementar acções que reduzem custos, aumentam a produtividade e fortalecem a cultura.</p>
<p>As organizações que compreenderem que a saúde mental é um activo e não um tema periférico estarão mais preparadas para competir num mercado onde talento, inovação e compromisso são determinantes. Num tempo marcado por incerteza, transformação tecnológica e aumento da pressão, cuidar das pessoas deixou de ser apenas “a coisa certa a fazer”: tornou-se uma condição essencial para gerar resultados consistentes e criar ambientes onde se trabalha com propósito, e não apenas por sobrevivência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Este artigo foi publicado na edição de Março (nº. 183) da Human Resources.</em></p>
<div class="entry-content clearfix single-post-content">
<div class="">
<p><em>Disponível nas bancas e online, na <a href="https://assinaturas.multipublicacoes.pt/loja/assinatura-revista-human-resources-papel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">versão em papel</a> e na <a href="https://assinaturas.multipublicacoes.pt/loja/revista-human-resources/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">versão digital</a>.</em></p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Best Workplace, JTA &#8211; The Data Scientists: Benefícios e flexibilidade na experiência de trabalho</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/best-workplace-jta-the-data-scientists-beneficios-e-flexibilidade-na-experiencia-de-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 12:40:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[GPTW]]></category>
		<category><![CDATA[JTA - The Data Scientists]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma abordagem que coloca o bem-estar dos colaboradores no centro da estratégia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Uma abordagem que coloca o bem-estar dos colaboradores no centro da estratégia.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Na JTA, que este ano surge em 3.º lugar no GPTW, a valorização das pessoas é vista como um elemento essencial para potenciar o valor dos dados. A empresa parte do princípio de que a capacidade de ajudar organizações a extrair conhecimento da informação depende também das condições e do ambiente proporcionado às equipas.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as práticas implementadas destaca-se um modelo de flexibilidade total na gestão do tempo. Não existe horário fixo e cada colaborador organiza o seu trabalho de acordo com as suas necessidades, desde que os objectivos sejam cumpridos. Existe ainda liberdade para escolher entre trabalho remoto, presencial ou híbrido.</p>
<p style="text-align: justify;">A empresa oferece também quatro dias adicionais de descanso além das férias: o dia de aniversário, o Carnaval e os dias 24 e 31 de Dezembro.</p>
<p style="text-align: justify;">A promoção de momentos de partilha é outro dos pilares da cultura interna, com workshops, encontros informais e eventos de equipa ao longo do ano, incluindo o Offsite, o aniversário da empresa e a Gala de Natal.</p>
<p style="text-align: justify;">No plano de benefícios, destaca-se um 15.º mês de salário enquanto política de bónus, bem como um Home Office Budget renovável a cada dois anos para equipar o espaço de trabalho em casa. O escritório disponibiliza ainda pequeno-almoço e snacks diários, além de uma zona de lazer. A empresa assegura também seguro de vida para colaboradores com contrato sem termo, um pack de ofertas para quem está à espera de um filho e um plano de incentivos baseado em RSU.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Este artigo foi publicado na edição de Março (nº. 183) da Revista da Human Resources.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Disponível nas bancas e online, na <a href="https://assinaturas.multipublicacoes.pt/loja/assinatura-revista-human-resources-papel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">versão em papel</a> e na <a href="https://assinaturas.multipublicacoes.pt/loja/revista-human-resources/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">versão digital</a>.</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Quase 70% das empresas vai realocar ou requalificar até 30% da sua força de trabalho nos próximos dois anos devido à IA</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/quase-70-das-empresas-vai-realocar-ou-requalificar-ate-30-da-sua-forca-de-trabalho-nos-proximos-dois-anos-devido-a-ia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Margarida Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 11:50:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estudos]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
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		<category><![CDATA[mercer]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O estudo Global Talent Trends 2026 da Mercer do grupo Marsh revela que 65% dos executivos esperam que entre 11% e 30% da sua força de trabalho seja reafectada ou requalificada devido à IA.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span data-olk-copy-source="MessageBody">O estudo foi realizado junto de cerca de 12 mil executivos de topo, responsáveis de recursos humanos, investidores e colaboradores em todo o mundo. Agora na sua 11.ª edição, o relatório revela que as empresas estão sob pressão para apresentar um desempenho sustentado. No entanto, as suas ambições estão em risco devido a uma força de trabalho esgotada e a um desalinhamento organizacional.</span></p>
<p class="x_MsoNormal">Os investidores mostram-se predispostos a recompensar as empresas que aproveitam a colaboração eficaz entre humanos e a IA, com 72% a concordar que as organizações que adoptam a integração das competências humanas e da IA estão bem posicionadas para obter uma vantagem competitiva.</p>
<p class="x_MsoNormal">Os executivos de topo enfrentam um paradoxo na gestão de talento. Por um lado, com a IA, as organizações podem precisar de menos pessoas para o mesmo trabalho; por outro, não existem talentos suficientes com as competências certas para as funções futuras que a IA exigirá. A escassez de talento é uma questão significativa para os executivos, com mais de metade (54%) a identificá-la como o principal factor que influencia os seus planos de recursos humanos. Neste contexto, 59% dos líderes de recursos humanos apontam a dificuldade em atrair talento com competências digitais essenciais como o seu principal desafio nesta área.</p>
<p class="x_MsoNormal">Resolver o problema da escassez de talento coloca os líderes numa situação difícil. À medida que a IA substitui, complementa e transforma o trabalho, as competências necessárias mudam drasticamente, criando a necessidade de requalificação e reafectação. Uma má gestão desta questão pode agravar a escassez de talento e comprometer a resiliência e o desempenho da força de trabalho.</p>
<p class="x_MsoNormal">Para enfrentar estes desafios, 98% dos executivos inquiridos planeiam alterações na estrutura organizacional nos próximos dois anos, e 65% esperam que entre 11% e 30% da sua força de trabalho seja reafectada ou requalificada devido à IA nesse período. Os executivos de topo estão prontos para apostar ainda mais nas competências, com 63% a concordar que precisam de avançar para práticas de gestão de talento baseadas em competências, a fim de preparar as suas organizações para o futuro.</p>
<p class="x_MsoNormal">Os colaboradores estão plenamente conscientes da necessidade de melhorar e requalificar as suas competências, com 53% a demonstrar preocupação com a falta de competências preparadas para o futuro. Quando questionados sobre o que, hipoteticamente, trocariam por um aumento salarial de 10%, 63% dos colaboradores afirmaram que abdicariam desse aumento em troca de oportunidades para desenvolver competências em IA e competências digitais.</p>
<p class="x_MsoNormal">Os investidores reconhecem que a atualização e a requalificação são imperativos empresariais, sendo 77% mais propensos a investir em empresas empenhadas em capacitar os colaboradores através de educação e formação em IA.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Opinião num Minuto: Adolfo Mesquita Nunes, autor de “Algoritmocracia”</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/opiniao-num-minuto-adolfo-mesquita-nunes-autor-de-algoritmocracia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Margarida Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 11:20:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[XXXI Conferência]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Videos]]></category>
		<category><![CDATA[Adolfo Mesquita Nunes]]></category>
		<category><![CDATA[Algoritmocracia]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[XXXI conferência Human Resources]]></category>
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					<description><![CDATA[Adolfo Mesquita Nunes, autor de “Algoritmocracia”, acredita que as empresas vão passar a ter sistemas de inteligência artificial como parceiros nos processos de decisão, e em alguns casos a executar por eles próprios muitas das tarefas feitas pelas equipas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Veja o seu testemunho no vídeo acima (NC Produções)</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Quase 25% das empresas portuguesas antecipam quebras de facturação este ano. Portugal é o país europeu com a perspectiva de crescimento mais negativa</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/quase-25-das-empresas-portuguesas-antecipam-quebras-de-facturacao-este-ano-portugal-e-o-pais-europeu-com-a-perspectiva-de-crescimento-mais-negativa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Margarida Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 10:50:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estudos]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[era group]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal destaca-se como o país europeu com a perspectiva de crescimento mais negativa, com 23% das empresas a antecipar quebras de facturação este ano. A conclusão é do Barómetro europeu da ERA Group.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-olk-copy-source="MessageBody"></div>
<div data-olk-copy-source="MessageBody"></div>
<div data-olk-copy-source="MessageBody">Em termos gerais, Portugal apresenta um perfil mais cauteloso face a outros mercados europeus, como Espanha, Suécia e Reino Unido, evidenciando uma maior contenção nas expectativas de crescimento e rentabilidade, segundo o mais recente barómetro europeu da ERA Group, consultora especializada em optimização de custos e processos.</div>
<div data-olk-copy-source="MessageBody"></div>
<div data-olk-copy-source="MessageBody">Este cenário é acentuado por um enquadramento económico particularmente exigente, marcado por prejuízos estimados na ordem dos dois mil milhões de euros associados às depressões meteorológicas no início do ano, bem como pelos efeitos persistentes da inflação tarifária e pela escalada do conflito no Médio Oriente.</div>
<div data-olk-copy-source="MessageBody"></div>
<div data-olk-copy-source="MessageBody">De acordo com o estudo, que teve como base um inquérito a mais de 1000 líderes e decisores empresariais, a percentagem de empresas em Portugal que antecipa crescimento de receitas caiu significativamente face ao ano anterior (63%), fixando-se agora nos 39%. Ainda assim, mais de metade das organizações (57%) espera um aumento do EBITDA, embora este valor permaneça abaixo da média europeia (62%). Os setores do retalho e distribuição (63%), da indústria (63%) e da saúde (58%) destacam-se como os mais otimistas quanto à evolução dos seus negócios.</div>
<div data-olk-copy-source="MessageBody"></div>
<div data-olk-copy-source="MessageBody">Em vez de uma expansão generalizada, os executivos estão a privilegiar uma abordagem estruturada e selectiva, com foco na agilidade operacional, inovação e eficiência. O estudo indica ainda que a optimização de custos (41,5%), o investimento em novas tecnologias, como a Inteligência Artificial (39%) e a integração de práticas mais sustentáveis (39%) são as principais prioridades para a aplicação de recursos e transformação interna.</div>
<div data-olk-copy-source="MessageBody"></div>
<div data-olk-copy-source="MessageBody">Não obstante, o tecido empresarial português evidencia ainda um desafio: para 40% dos decisores, o aumento dos custos tecnológicos foi o principal obstáculo à obtenção de melhores resultados no último ano, um valor significativamente acima da média europeia (29%). A escassez de mão-de-obra qualificada surge igualmente como uma preocupação relevante, apontada por 37% dos inquiridos.</div>
<div data-olk-copy-source="MessageBody"></div>
<div>A incerteza geopolítica reflete-se também na percepção sobre o comércio internacional. Portugal surge como o país mais cético face às tarifas impostas pelos Estados Unidos da América, com 34% dos líderes a antecipar um impacto líquido negativo nos seus negócios. Para muitas organizações, sobretudo de menor dimensão e com cadeias logísticas mais locais, estas alterações têm levado à adopção de estratégias mais conservadoras, sendo a sustentabilidade (21,5%) e rentabilidade (21,5%), em paralelo, as principais preocupações imediatas das empresas.</div>
<div></div>
<div>Para enfrentar estes desafios, as empresas estão a direccionar os seus investimentos para áreas com impacto direto na competitividade. A sustentabilidade operacional (39%) e as áreas de Vendas e Marketing (36%) lideram as intenções de investimento para 2026, reflectindo um esforço claro de adaptação ao novo contexto económico. A par destas prioridades, destacam-se ainda a diversificação de produtos e o reforço da autonomia na gestão da cadeia de fornecimento, bem como a revisão do portefólio e o reforço da experiência do cliente, que têm assumido, cada vez mais, pilares centrais para garantir resiliência e crescimento num ambiente incerto e volátil.</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Grupo SIBS tem nova liderança executiva</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/grupo-sibs-tem-nova-lideranca-executiva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Margarida Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 10:20:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[João Mello Franco]]></category>
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					<description><![CDATA[O Grupo SIBS anuncia a cooptação de João Mello Franco como presidente da Comissão Executiva, dando início a um novo ciclo de gestão num momento em que o ecossistema europeu de pagamentos enfrenta uma profunda transformação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="x_gmail-MsoNoSpacing">O responsável integra a Comissão Executiva do Grupo, composta por Hélder Neves (CFO), Teresa Mesquita (COO), Rui Lima (Chief International Officer) e Ricardo Madeira (Chief Technology Officer). Vítor Fernandes mantém-se como presidente do Conselho de Administração.</p>
<p class="x_gmail-MsoNoSpacing">Formado pela Universidade Católica Portuguesa e com um MBA pelo INSEAD, João Mello Franco traz para a SIBS uma carreira marcada por cargos de liderança. Iniciou o seu percurso profissional na McKinsey &amp; Company, onde progrediu de Business analyst a Associate principal, com actuação em mercados como Espanha, Polónia, França, Marrocos, Chile e Argentina, nas áreas de banca, seguros, media e energia.</p>
<p class="x_gmail-MsoNoSpacing">Seguiu-se uma trajectória no sector bancário português e europeu como responsável de Marketing, Inovação e Canais Directos no Banco Espírito Santo; membro executivo do Conselho de Administração  do Novo Banco, com responsabilidade sobre retalho, canais digitais, marketing, comunicação e crédito ; e, mais recentemente, como Chief Commercial and Marketing Officer e membro do Conselho de Administração Executivo do Banco CTT, onde liderou as áreas de, Estratégia, Canais Digitais e Inovação, Qualidade e Melhoria de processos, Rede Comercial, Parcerias, Marketing e Comunicação.</p>
<p class="x_gmail-MsoNoSpacing">«A SIBS construiu, ao longo de mais de quatro décadas, algo que poucos operadores europeus conseguiram: uma cultura de inovação genuinamente enraizada. Esse ADN é o principal activo competitivo e o ponto de partida para o que queremos construir», afirma João Mello Franco, CEO do Grupo SIBS.</p>
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