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	<title>Human Resources</title>
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	<title>Human Resources</title>
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		<title>O mundial está a trazer um risco para as empresas portuguesas</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/o-mundial-esta-a-trazer-um-risco-para-as-empresas-portuguesas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Margarida Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 19:55:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[hiscox]]></category>
		<category><![CDATA[mundial de futebol 2026]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os grandes acontecimentos internacionais tornaram-se um dos alvos mais apetecíveis para a cibercriminalidade global. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A realização do Mundial de Futebol 2026 não irá apenas mobilizar milhões de adeptos em todo o mundo, mas também aumentar significativamente a exposição das empresas a ciberataques. Neste contexto, a Hiscox, companhia especializada em seguros para empresas, destaca a importância de as organizações adoptarem medidas para proteger as suas operações, receitas e reputação corporativa.</p>
<p>E recomenda que as empresas priorizem cinco medidas-chave:</p>
<p><strong>1. Garantir a resiliência operacional e testar backups</strong>: é essencial assumir que uma disrupção pode acontecer. As empresas devem confirmar que as suas cópias de segurança podem ser restauradas atempadamente e contar com fornecedores, servidores ou soluções alternativas de contingência caso a cadeia principal falhe.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2. Proteger os sistemas críticos</strong>: rever as medidas de defesa contra ransomware e ataques de denegação de serviço é particularmente importante em plataformas de venda de bilhetes, reservas, pagamentos, logística ou atendimento ao cliente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3. Rever a segurança dos fornecedores</strong>: o risco cibernético aumenta durante grandes eventos devido à complexidade das cadeias de fornecimento. Por isso, é fundamental avaliar a resiliência dos fornecedores-chave com o mesmo rigor aplicado à própria organização.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4. Formar os colaboradores</strong>: as equipas de apoio ao cliente, help desks e colaboradores continuam a ser alvos prioritários para esquemas de engenharia social. A formação em cibersegurança é essencial para reduzir o risco humano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>5. Preparar a resposta a incidentes</strong>: as empresas devem definir previamente funções, canais de comunicação e passos a seguir em caso de escalada, para que as equipas consigam actuar rapidamente perante um ataque.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>PRR: Plano desembolsa 13.193 milhões de euros até Julho, 60% do valor aprovado</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/prr-plano-desembolsa-13-193-milhoes-de-euros-ate-julho-60-do-valor-aprovado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 18:20:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[PRR]]></category>
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					<description><![CDATA[O Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) pagou aos seus beneficiários, sobretudo empresas, 13.193 milhões de euros até Julho, o equivalente a 59% do valor contratado e a 60% do aprovado, segundo o último relatório de monitorização.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="text-paragraph">Só na última semana, o plano desembolsou mais 89 milhões de euros.</p>
<p class="text-paragraph">Com os maiores valores recebidos estão as empresas (4.716 milhões de euros), as entidades públicas (2.656 milhões de euros) e as autarquias e áreas metropolitanas (2.055 milhões de euros).</p>
<p class="text-paragraph">Seguem-se as empresas públicas (1.434 milhões de euros), as escolas (637 milhões de euros), as instituições do ensino superior (554 milhões de euros), as instituições da economia solidária e social (450 milhões de euros), as instituições do sistema científico e tecnológico (362 milhões de euros) e, por último, as famílias (328 milhões de euros).</p>
<p class="text-paragraph">A execução do PRR segue nos 61%.</p>
<p class="text-paragraph">Por sua vez, as aprovações de projectos estão em 24.679 milhões de euros, abaixo dos 24.928 milhões de euros anteriormente reportados.</p>
<p class="text-paragraph">A liderar as aprovações de projectos estão as empresas (8.473 milhões de euros), seguidas pelas entidades públicas (4.730 milhões de euros) e pelas autarquias e áreas metropolitanas (4.710 milhões de euros).</p>
<p class="text-paragraph">Destacam-se ainda as empresas públicas (2.675 milhões de euros) e as instituições do ensino superior (1.006 milhões de euros).</p>
<p class="text-paragraph">Com menos de 1.000 milhões de euros aparecem as escolas (992 milhões de euros), as instituições da economia solidária e social (882 milhões de euros), as instituições do sistema científico e tecnológico (731 milhões de euros) e as famílias (480 milhões de euros).</p>
<p class="text-paragraph">Até quarta-feira, o PRR recebeu 516.521 candidaturas, sendo que 486.218 foram analisadas.</p>
<p class="text-paragraph">Já as candidaturas aprovadas fixaram-se em 383.900, menos 118.</p>
<p class="text-paragraph">A Comissão Europeia (CE) emitiu, na quinta-feira, uma avaliação preliminar positiva ao nono pedido de pagamento do PRR, abrindo o caminho ao desembolso de 2,3 mil milhões de euros, segundo um comunicado.</p>
<p class="text-paragraph">Na nota, divulgada pelo Ministério da Economia e da Coesão Territorial, lê-se que este pedido foi submetido a 18 de Maio, tendo a CE reconhecido «o cumprimento dos 51 marcos e metas submetidos».</p>
<p class="text-paragraph">«Esta avaliação abre caminho ao desembolso de 2,3 mil milhões de euros», assegurou ainda a tutela.</p>
<p class="text-paragraph">O PRR pretende implementar um conjunto de reformas e investimentos tendo em vista a recuperação do crescimento económico.</p>
<p class="text-paragraph">Além de ter o objectivo de reparar os danos provocados pela COVID-19, este plano tem o propósito de apoiar investimentos e gerar emprego.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fundação Auchan apoia projectos sociais com 200 mil euros</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/fundacao-auchan-apoia-projectos-sociais-com-200-mil-euros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Margarida Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 17:40:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Auchan]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Fundação Auchan vai investir 200 mil euros, durante este ano, no apoio a projectos sociais que promovem a alimentação sustentável, a inclusão e o desenvolvimento comunitário. Desde 2012, a Fundação Auchan já apoiou mais de 146 organizações e atribuiu mais de dois milhões de euros a projectos em Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>Na edição anterior, o apoio foi de 150 mil euros, o que significa um aumento de 50 mil euros para 2026.</div>
<div></div>
<div>«O compromisso com a responsabilidade social faz parte do ADN da Auchan. Ao promover a inclusão e a sustentabilidade, construímos um futuro melhor e reforçamos o propósito de estar ‘Em todo o lado ao seu lado», afirma Ana Rita Cruz, directora de Sustentabilidade da Auchan Retail Portugal.</div>
<div></div>
<div>Este ano foram apresentadas 64 candidaturas avaliadas por um júri composto por especialistas em Desenvolvimento Comunitário e por colaboradores Auchan. As iniciativas seleccionadas incluem o Cidades Verdes – Espaço Faia, que ensina agricultura sintrópica a jovens em Matosinhos; o programa Apps for Good – Alimentação Inteligente, que desafia estudantes a desenvolver soluções digitais para a sustentabilidade alimentar; e o Eco-Sabores Itinerantes da Helpo, que utiliza um food truck para combater o desperdício e promover a literacia nutricional em Cascais, Sintra e Oeiras.</div>
<div></div>
<div>Adicionalmente, a Fundação Auchan apoiou o Jardim Vivo, um pomar terapêutico da SANCRIS para o bem-estar dos seniores; A Nossa Horta, A Nossa Mesa da Associação ADM Estrela, que une gerações numa horta comunitária educativa; e o RIMES 2.0, que visa expandir a Rede Integrada de Mercearias Sociais na Área Metropolitana de Lisboa. Juntos, estes projectos reforçam a segurança alimentar, a educação e a coesão social em todo o país.</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Corrida das Empresas Quirónprevención realiza-se pela primeira vez em Portugal. As inscrições já estão abertas</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/corrida-das-empresas-quironprevencion-realiza-se-pela-primeira-vez-em-portugal-as-inscricoes-ja-estao-abertas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Margarida Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 17:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Corrida das Empresas Quirónprevención]]></category>
		<category><![CDATA[LastLap]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Já estão abertas as inscrições para a primeira edição da Corrida das Empresas Quirónprevención, que se realiza pela primeira vez em Portugal no dia 15 Novembro, no Beato Innovation District, em Lisboa. A agência internacional LastLap anunciou recentemente a chegada a Portugal deste modelo que desenvolve em Espanha há 26 anos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Até 31 de Agosto, as inscrições têm um valor de 16 euros por pessoa, aumentando até aos 25 euros nas inscrições de última hora. O formato é inclusivo e foi pensado para todos os colaboradores, independentemente da sua preparação física. Os participantes podem optar por percursos de cinco ou 10 quilómetros, a correr ou a caminhar. Para a classificação final, conta o resultado combinado da equipa, composta por dois, três ou quatro elementos, nas categorias masculinas, femininas ou mistas. As inscrições podem ser feitas <a title="https://www.corridadasempresas.pt/inscricao/" href="https://www.corridadasempresas.pt/inscricao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-auth="NotApplicable" data-linkindex="2">aqui</a>.</p>
<p dir="ltr">A iniciativa assume a designação oficial da Quirónprevención, que assume o papel de Naming Sponsor nesta estreia em território nacional. «Para a Quirónprevención, associar a marca a esta iniciativa em Portugal é o reflexo do compromisso com a promoção de estilos de vida activos e saudáveis no contexto laboral. Acreditamos que a saúde e o bem-estar dos colaboradores são pilares fundamentais para construir organizações mais fortes, motivadas e sustentáveis», afirma Celso Guedes, director-geral de Quirónprevención Portugal.</p>
<p dir="ltr">Com o objectivo de atingir os 5000 participantes na primeira edição, a prova pretende quebrar barreiras hierárquicas, promovendo a cultura organizacional fora do escritório. «Acreditamos que este é o evento corporativo que faltava em Lisboa, uma cidade inovadora e vibrante. A Corrida das Empresas Quirónprevención é uma competição saudável, onde o mais importante é a dinâmica de grupo, ver um CEO e um estagiário na mesma equipa e empresas concorrentes a confraternizar na meta», afirma Luís Sepúlveda, CEO da LastLap.</p>
<p dir="ltr">A LastLap organiza a Corrida das Empresas desde 2000. Em Madrid, o evento tornou-se o maior acontecimento de corporate running do país, registando um crescimento anual de 45% no número de participantes desde 2021. Na última edição espanhola, as inscrições esgotaram com 32 mil corredores em representação de 1600 empresas.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>SRS Legal nomeia nova sócia</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/srs-legal-nomeia-nova-socia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Margarida Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 16:20:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Em Trânsito]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Sara Milheiro Tavares]]></category>
		<category><![CDATA[SRS Legal]]></category>
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					<description><![CDATA[A SRS Legal promoveu Sara Milheiro Tavares a sócia no departamento de Laboral e Segurança Social.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="x_MsoNormal">A responsável integra a SRS Legal desde 2010, desenvolvendo a sua actividade com especial foco na área de Segurança Social. Ao longo do seu percurso, tem acompanhado clientes nacionais e internacionais em matérias de elevada complexidade.</p>
<p class="x_MsoNormal">A propósito desta promoção, os Managing partners da SRS Legal, César Sá Esteves e Octávio Castelo Paulo, sublinham que «esta promoção reflete o reconhecimento do mérito, da dedicação e do contributo que a Sara tem dado à SRS Legal ao longo do seu percurso. Acreditamos no desenvolvimento do talento interno e na construção de uma liderança sólida e preparada para responder aos desafios do mercado. A promoção da Sara representa mais um passo no crescimento consistente e de elevado compromisso com os clientes e com a sociedade, assente na qualidade, na confiança e nas Pessoas.»</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nova lei impulsiona qualificação em mediação imobiliária</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/nova-lei-impulsiona-qualificacao-em-mediacao-imobiliaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Margarida Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 15:40:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[APEMIP]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[«A nova lei da mediação imobiliária representa uma oportunidade para reforçar a qualificação dos profissionais, aumentar a transparência do sector e assegurar uma maior protecção dos consumidores», afirmou Patrícia Barão, presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), na abertura da Convenção APEMIP Imocionate, que decorreu no Centro de Congressos do Estoril.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="x_MsoNormal">A quarta edição da Convenção reuniu cerca de 700 profissionais da mediação imobiliária, representantes do sector, especialistas e decisores públicos para debater alguns dos principais desafios da habitação em Portugal e o futuro da profissão.</p>
<p class="x_MsoNormal">Ao longo do dia, foram abordados temas como a economia, o mercado habitacional, a fiscalidade, o arrendamento, a inteligência artificial e a evolução da actividade da mediação imobiliária. O evento contou ainda com a participação de representantes de entidades públicas e privadas ligadas ao sector.</p>
<p class="x_MsoNormal">Durante a sessão dedicada ao futuro da mediação imobiliária, a APEMIP sublinhou a importância de um enquadramento legal que acompanhe a evolução do mercado e contribua para a valorização da profissão, através de maiores exigências de qualificação, regras mais claras e mecanismos que reforcem a confiança dos consumidores.</p>
<p class="x_MsoNormal">«Esperamos que o Governo atribua a máxima prioridade à aprovação da nova lei da mediação imobiliária. O sector precisa de um enquadramento legal actualizado, que responda à realidade do mercado e contribua para uma actividade cada vez mais qualificada, transparente e orientada para a proteção dos consumidores», acrescentou Patrícia Barão.</p>
<p class="x_MsoNormal">A Convenção ficou também marcada pela assinatura de um Memorando de Entendimento entre a APEMIP e a Suncoast Tampa Association of REALTORS® (STAR), dos Estados Unidos. O acordo estabelece um quadro de cooperação entre as duas associações, com vista à partilha de conhecimento, ao desenvolvimento profissional, à promoção de programas de formação, ao networking e à identificação de oportunidades de negócio, reforçando as relações entre os mercados imobiliários de Portugal e dos Estados Unidos.</p>
<p class="x_MsoNormal">Para além das sessões de debate, o encontro proporcionou um espaço de networking entre profissionais, empresas, parceiros institucionais e especialistas, promovendo a partilha de conhecimento e a troca de experiências entre os diferentes intervenientes do mercado.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ministra do trabalho sublinha aumento das contribuições dos imigrantes para Segurança Social</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/ministra-do-trabalho-sublinha-aumento-das-contribuicoes-dos-imigrantes-para-seguranca-social/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 15:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[imigrantes]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[segurança social]]></category>
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					<description><![CDATA[A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Rosário Palma Ramalho, afirmou que Portugal tem “um saldo migratório positivo” e está a conseguir reter imigrantes que trazem mais valor acrescentado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em declarações aos jornalistas à margem de uma visita a uma unidade de fabrico e montagem de componentes modulares para a construção civil em Padim da Graça, Braga, a governante apontou que em dezembro de 2025 havia mais 45 mil imigrantes em Portugal do que em Dezembro de 2024.</p>
<p class="text-paragraph">Disse ainda que as contribuições dos imigrantes para a Segurança Social subiram 34% entre Abril de 2024 e Abril de 2026.</p>
<p class="text-paragraph">«O que significa que nós estamos a conseguir reter imigrantes e a reter imigrantes que trazem mais valor acrescentado ao país do que anteriormente, uma vez que se eles têm mais valor de contribuições é porque ganham mais», realçou.</p>
<p class="text-paragraph">Rosário Palma Ramalho reagia à notícia do Expresso que dá conta de que o Instituto da Segurança Social contabilizou em 2025 a cessação da actividade de 162.252 imigrantes que trabalhavam por conta de outrem e que não voltaram a ter registo activo, «o que significa que abandonaram o país ou permanecem em território nacional, mas em situação ilegal».</p>
<p class="text-paragraph">Para a ministra, estes números até “podem ser verdadeiros”, mas estão descontextualizados.</p>
<p class="text-paragraph">«Devo dizer que gosto muito pouco de números pouco contextualizados. Na verdade, saiu esse número, mas nós temos ainda um saldo migratório positivo em Portugal. Temos de olhar para isto com uma periodicidade maior. Nós, em Dezembro de 2025, tínhamos mais 45 mil imigrantes em Portugal do que em Dezembro de 2024», reiterou.</p>
<p class="text-paragraph">Para a ministra, os saldos migratórios devem ser medidos não mês a mês, mas sim ano a ano.</p>
<p class="text-paragraph">«Eu deixaria aqui uma mensagem de grande tranquilidade e também dizer que fico muito satisfeita pelo facto do valor médio da contribuição de um imigrante ser hoje 34% superior. Isto é um salto muito significativo», frisou.</p>
<p class="text-paragraph">Palma Ramalho disse ainda que esse tem de ser o caminho.</p>
<p class="text-paragraph">«Do nosso ponto de vista, tem de ser esse o caminho e o caminho, até agora, está a provar muito bem», rematou.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Larga maioria dos profissionais desconhece iniciativas LGBTIQ+ das suas empresas</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/larga-maioria-dos-profissionais-desconhece-iniciativas-lgbtiq-das-suas-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Margarida Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 14:20:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estudos]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Hays]]></category>
		<category><![CDATA[hays portugal]]></category>
		<category><![CDATA[LGBTIQ+]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://hrportugal.sapo.pt/?p=462089</guid>

					<description><![CDATA[Conheça os dados do inquérito realizada pela Hays Portugal, no LinkedIn. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="x_elementToProof">No âmbito do Mês do Orgulho (Pride), a Hays procurou perceber até que ponto os profissionais conhecem as iniciativas de inclusão dirigidas à comunidade LGBTIQ+ implementadas pelas empresas e quais os factores que consideram essenciais para que esse compromisso seja credível.</p>
<p class="x_elementToProof">Os resultados de uma poll realizada pela Hays Portugal no LinkedIn revelam que 63% dos participantes desconhece ou não sabe se a empresa onde trabalha dispõe de medidas específicas de não discriminação dirigidas à comunidade LGBTIQ+. Apenas 35% afirmam conhecer a existência dessas iniciativas.</p>
<p class="x_elementToProof">Em concreto:</p>
<ul>
<li><span role="presentation"><b>35%</b> afirmam que a empresa dispõe de medidas de apoio;</span></li>
<li><span role="presentation"><b>16%</b> não têm a certeza;</span></li>
<li><span role="presentation"><b>19%</b> dizem não ter conhecimento dessas medidas;</span></li>
<li><span role="presentation"><b>28%</b> consideram que a empresa não dispõe de qualquer iniciativa deste tipo.</span></li>
</ul>
<p class="x_elementToProof"><i>(Base: 42 respostas.)</i></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="x_elementToProof">Os resultados demonstram que muitas organizações poderão já estar a investir em políticas de diversidade e inclusão, mas essas iniciativas nem sempre são conhecidas pelos colaboradores.</p>
<p class="x_elementToProof">Enquanto signatária da Carta Portuguesa para a Diversidade, a Hays acredita que promover ambientes de trabalho inclusivos exige um compromisso contínuo, traduzido em comportamentos, decisões e práticas consistentes ao longo de todo o ano.</p>
<p class="x_elementToProof">Para Paula Baptista, Managing director da Hays Portugal, «a diversidade e a inclusão deixaram de ser apenas um tema de responsabilidade social para assumirem um papel estratégico na gestão de pessoas. As organizações que conseguem transformar estes princípios em práticas concretas criam ambientes mais inovadores, reforçam o compromisso das equipas e tornam-se mais atrativas para o talento. No entanto, para que esse compromisso seja reconhecido, é essencial que os colaboradores conheçam as medidas existentes e sintam que fazem parte de uma cultura organizacional genuinamente inclusiva.»</p>
<p class="x_elementToProof">Para além do conhecimento das medidas existentes, a Hays procurou perceber quais os factores que tornam credível o compromisso de uma empresa com a inclusão da comunidade LGBTIQ+. Os resultados mostram que os profissionais valorizam sobretudo a coerência entre aquilo que as organizações comunicam e aquilo que efectivamente fazem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="x_elementToProof">Quando questionados sobre o que torna credível uma política de inclusão, os participantes responderam:</p>
<ul>
<li><span role="presentation"><b>34%</b> — Consistência entre discurso e ação;</span></li>
<li><span role="presentation"><b>34%</b> — Igualdade de oportunidades;</span></li>
<li><span role="presentation"><b>19%</b> — Cultura inclusiva no dia a dia;</span></li>
<li><span role="presentation"><b>11%</b> — Comportamento da liderança.</span></li>
</ul>
<p class="x_elementToProof"><i>(Base: 26 respostas.)</i></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="x_elementToProof">Os dados revelam que os profissionais esperam ver a inclusão reflectida nas decisões, nos processos de gestão e na cultura organizacional, e não apenas em campanhas de comunicação ou iniciativas pontuais.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Celfocus convida pessoas com deficiência a testar a sua plataforma de assinatura electrónica</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/celfocus-convida-pessoas-com-deficiencia-a-testar-a-sua-plataforma-de-assinatura-electronica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Margarida Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 13:40:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Celfocus]]></category>
		<category><![CDATA[Celfocus eSign]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Celfocus está a reforçar o compromisso com a inclusão digital através da evolução da sua plataforma de assinatura electrónica, Celfocus eSign, convidando pessoas com deficiência a participarem em testes e validação do produto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A iniciativa surge no âmbito da evolução da plataforma, que já cumpre requisitos regulatórios europeus, incluindo o EU Accessibility Act e standards WCAG, garantindo experiências digitais inclusivas em diferentes canais e contextos de utilização.</p>
<p>Nos últimos meses, a Celfocus tem vindo a trabalhar directamente com utilizadores com diferentes tipos de deficiência. Entre os perfis já envolvidos estão pessoas cegas, pessoas com baixa visão, pessoas surdocegas, pessoas com paralisia cerebral e pessoas com daltonismo.</p>
<p>O objectivo passa por identificar barreiras concretas na utilização de soluções de assinatura digital e introduzir melhorias contínuas que tornem o processo mais simples, intuitivo e verdadeiramente acessível para todos.</p>
<p>«Na Celfocus, olhamos para a acessibilidade como parte integrante da forma como desenvolvemos tecnologia, não como um requisito adicional. Este trabalho com pessoas com deficiência reflecte um compromisso mais amplo com a diversidade, equidade e inclusão, que procuramos integrar de forma consistente nas soluções», afirma Miguel Mateus, Product manager na Celfocus.</p>
<p>Ao integrar todos os métodos de assinatura numa única plataforma, o Celfocus eSign pretende simplificar processos e reduzir fricção ao longo da jornada digital, mantendo elevados níveis de segurança e conformidade regulatória.</p>
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