Galileu: Dar resposta às necessidades das organizações

Procurar responder às necessidades especificas de cada organização tendo em conta o seu contexto e os seus objectivos, é o foco da Galileu.

 

Com uma vasta oferta formativa, a Galileu propõe uma formação adaptada às diferentes realidades. Cláudia Vicente, directora- geral da empresa, destaca que o «panorama empresarial em Portugal é muito diverso, o que tem exigido um maior acompanhamento das tendências e o reforçado da oferta formativa».

 

A formação da Galileu permite às empresas desenvolver que tipo de competências nos colaboradores?
A oferta formativa da Galileu está organizada em três grandes áreas: Competências Empresariais, onde englobamos, por exemplo, formação de gestão de Recursos Humanos, Logística, Gestão da Mudança ou Vendas e Marketing; Competências Pessoais, onde incluímos o desenvolvimento de Soft Skills ou Design Thinking; e Tecnologias de Informação, que abrange toda a formação tecnológica, desde o Office/Produtividade a áreas como a Segurança Digital, Redes e Sistemas ou Desenvolvimento e Bases de Dados.

 

O que é que procuram as empresas com mais frequência?
O que as organizações procuram a nível de formação varia muito consoante as diferentes realidades e o panorama empresarial em Portugal é muito diverso. Dito isto, neste momento estamos a assistir a algumas tendências:

  • Reforço das competências nas equipas de gestão e chefias – algo normal e expectável em ambientes de alguma incerteza e volatilidade; as organizações procuram assegurar que os responsáveis por conduzir a organização e as diversas equipas estão dotados de competências relevantes como Liderança, Comunicação, Gestão da Mudança ou Power BI.
  • Reskilling de colaboradores, tendo em conta a escassez de profissionais qualificados para responder a novas necessidades e às evoluções tecnológicas. As organizações optam por procurar internamente colaboradores com perfis adequados e investir no seu desenvolvimento dentro da organização para ocupar novas funções.
  • O desenvolvimento de competências em ferramentas de colaboração, relevantes para o trabalho em ambientes híbridos que têm vindo a ser adoptados pelas organizações. Ferramentas como o Microsoft Office e o Microsoft Teams, entre outras, permitem ganhos de produtividade significativos nas equipas e podem reforçar a comunicação, aproximando colaboradores que se encontram fisicamente distantes.
  • Uma crescente preocupação com desenvolvimento de competências de segurança informática. Independentemente da sua dimensão, as organizações passaram a estar mais vulneráveis a ataques informáticos com a implementação dos modelos de trabalho híbridos. As redes caseiras não são tão seguras, os profissionais estão menos alerta e este é um ambiente propício aos ataques informáticos. E, de facto, temos assistido a um crescimento exponencial dos ataques informáticos em Portugal e no mundo – em número, frequência e impacto. As organizações começam a despertar para esta problemática e procuram, por isso, desenvolver competências de Segurança Informática nas suas equipas de Sistemas de Informação e ao mesmo tempo sensibilizar todos os colaboradores para boas práticas na segurança informática para utilizador.

 

De que forma a Galileu tem vindo a actualizar a sua oferta formativa tendo em conta as transformações que ocorreram nos últimos anos?
A Galileu tem acompanhado estas tendências e reforçado a sua oferta formativa. Partilho alguns exemplo: lançámos a oferta formativa em Gestão da Mudança, um curso oficial HUCM (Human Change Management Institute), que foca na gestão da mudança centrada no factor humano e que é uma ferramenta essencial para gestores e chefias em ambientes BANI [Frágil, Ansioso, Não linear e Incompreensível]; reforçámos a nossa oferta de Power BI e lançámos a Academia Power BI Data Analyst, promovendo o desenvolvimento de competências que transformam dados em informação, permitindo uma análise mais fácil e sustentado o processo de tomada de decisão nas organizações.

Por outro lado, temos vindo a reforçar toda a oferta de office/colaboração, que está mais rica e flexível do que nunca: disponível em diversos formatos – presencial/live training/e-learning –, a oferta formativa da Galileu inclui manuais exclusivos, desenvolvidos pelos formadores, e disponibiliza também um período de apoio personalizado a todos os formandos.

A oferta de Cyber Security foi também reforçada através da nossa parceria com o EC-Council, tendo lançado nos últimos meses dois cursos e certificações internacionais: O CCSE – Certified Cloud Security Enginner, formação e certificação de segurança informática na cloud, e o CCT – Certified CyberSecurity Technician, formação e certificação de entrada para futuros profissionais da área.

Acima de tudo, procuramos responder às necessidades de cada organização, tendo em conta o seu contexto e os seus objectivos.

 

Como é que esta actualização se reflecte nos programas, nos conteúdos, e nas metodologias da Galileu?
A alteração da realidade de trabalho nas organizações tem reflexos também na Galileu, nomeadamente na forma como é ministrada a formação. Pedagogicamente é necessário adaptar a formação ao formato, para garantir a qualidade da mesma em formatos remotos como o Live Training. Em algumas áreas são privilegiados blocos de formação mais curtos, ou ajustadas as metodologias de ensino para garantir que a atenção dos formandos se mantém ao longo da formação.

A Galileu já tem uma vasta experiência em formação em Live Training – que disponibiliza desde 2013 – ou E-Learning – desde 2017 – e, portanto, não foi necessário um grande processo de adaptação quando surgiram as grandes mudanças provocadas pela pandemia.

 

Que parcerias tem a Galileu para aproximar a sua oferta do mundo do trabalho e com que objectivos?
A Galileu está constantemente a analisar as tendências e as necessidades do mercado de trabalho para ajustar a sua oferta formativa e responder às necessidades que vão surgindo. Ao nível de parcerias, destacamos a parceria com o EC-Council, na área de segurança informática, ou a parceria com o HUCMI, que desenvolve competências de gestão da mudança.

Por outro lado, temos reforçado as componentes de assessment e diagnóstico de necessidades nas formações de competências pessoais ou empresariais, estando preparados para entregar DISC, PDA e 360º.

Continuamos também a investir nas metodologias, por exemplo através da introdução dos kits de aprendizagem experiencial, MTa, focando num processo learning by doing.

Quais são os desafios com que o mercado da formação se depara hoje, depois de dois anos de grandes transformações em todos os sectores da sociedade?
Os principais desafios são aqueles com que as restantes organizações se debatem no contexto em que nos encontramos: mudanças rápidas, imprevisibilidade, avanço tecnológico que não é acompanhado pelo número de profissionais qualificados disponíveis.

 

E quais são os grandes desafios para as organizações a nível de desenvolvimento de competências?
Ajustar o modelo de formação à realidade das organizações: ao perfil dos colaboradores e ao seu modelo de trabalho – híbrido, presencial, remoto; preparar as equipas para a mudança, desenvolvendo competências de gestão da mudança, que facilitem a adopção de novas tecnologias ou minimizem impactos negativos na organização enquanto potenciam os impactos positivos; trabalhar a comunicação, liderança e cultura organizacional, especialmente em ambientes de trabalho híbrido ou 100% remoto; olhar para dentro da organização e desenvolver os talentos que já estão lá dentro, para assumir funções novas.

Do lado da Galileu, o desafio continua a ser apresentar a melhor solução formativa para cada desafio que nos é colocado pelos clientes.

 

Quais os factores diferenciadores da formação da Galileu face à concorrência?
A capacidade de apresentar uma solução de formação completamente ajustada à realidade do cliente e à medida das suas necessidades, com uma flexibilidade muito grande nas soluções de formação – conteúdos, modelos de formação ou metodologias.

 

Quais as novas valências que os líderes terão de ter nesta nova realidade e que podem ser adquiridas pela via da formação?
Nos próximos tempos será imprescindível os líderes desenvolverem ou reforçarem as suas competências de liderança e comunicação; apostarem na gestão da mudança com foco no elemento humano; não descurar competências de análise e interpretação de informação, de forma a poder sustentar as suas decisões em informação precisa e o mais actualizada possível.

Os próximos tempos serão desafiantes para os profissionais com cargos de gestão e chefia de equipas, pelo que é urgente desenvolver todas as competências que lhes permitirão desenvolver a sua actividade com sucesso.

 

Este artigo faz parte do Caderno Especial “Formação” publicado na edição de Junho (n.º 138) da Human Resources.

Caso prefira comprar online, tem disponível a versão em papel e a versão digital.

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