De acordo com o estudo da Factorial, «Pobres managers», um em cada cinco managers trabalha mais de 60 horas por semana.
Em Portugal, 46% do tempo dos gestores é gasto em tarefas manuais que poderiam ser automatizadas. Sete horas por semana são desperdiçadas em confirmações e verificações de informação em diferentes plataformas.
Quase metade dos gestores portugueses admite já ter visto a sua empresa perder dinheiro por causa de decisões tomadas sem dados actualizados. A falta de informação acessível e organizada faz com que muitos naveguem no escuro.
Mais de 40% dos projectos falham nas PME por falta de organização. A ausência de estrutura faz com que os gestores vivam em modo reactivo, a resolver urgências em vez de planear.
A sobrecarga de tarefas também tem impacto fora do escritório. O estudo mostra que 72% dos gestores portugueses sentem o stress do trabalho reflectido na sua vida pessoal. As horas extra acumulam-se, muitas vezes sem registo nem compensação, o que mina o papel essencial do líder: estar presente e disponível para as pessoas. Liderar é mais do que dar ordens. É estar atento, perceber o que se passa com a equipa e agir antes que surjam problemas. No entanto, 86% dos gestores afirmam que a carga de trabalho os impede de criar relações fortes com as suas equipas.
A forma como o trabalho está estruturado tem impacto directo na capacidade de liderar. Mesmo os gestores mais competentes vêem-se limitados quando passam o dia entre tarefas dispersas e falhas de comunicação.














