A consultora de gestão, a Inercia – Mobilizamos Negócios tem uma ferramenta, de nome ‘People First’, coloca nas pessoas e no seu desempenho o foco da sua actuação, assentando na premissa de que não é possível uma empresa atingir um elevado desempenho se esta não tiver na sua base uma equipa altamente eficaz.
«Não dizemos que essa seja uma condição suficiente, mas é seguramente uma condição necessária. Ou seja, se não se apostar no aumento da eficácia e da produtividade das pessoas, será muito difícil, se não impossível, as empresas terem um elevado desempenho de forma continuada no tempo», refere Miguel Barreiras, gestor com mais de 25 anos de experiência a gerir pessoas e equipas e igualmente sócio fundador da INERCIA-MN.
E acrescenta «havendo um consenso relativamente a isso, a questão passa a ser: o que determina, então, a eficácia das pessoas? O que é que faz com que umas pessoas sejam mais eficazes a resolver problemas, a comunicar as suas ideias ou propostas, a liderar equipas, ou sejam mais focadas e mais organizadas do que outras? Sim, há todo um conjunto das chamadas soft skills que podem ser trabalhadas, mas o que as empresas com as quais temos trabalhado têm constatado é que, mais do que atuar ao nível dos sintomas, o que resulta é aturar ao nível das causas, ou seja, trabalhar naquilo que está na base de todo o nosso desempenho e a que chamamos o ‘ingrediente-secreto para uma maior eficácia e produtividade’: a capacidade de raciocínio e a forma como as pessoas estruturam o pensamento e as ideias”.
A Inercia – Mobilizamos Negócios chegou ao mercado no início de 2020. Empresas como o laboratório Abbott, a Steconfer ou a Cateringpor contam-se já entre os seus clientes.
«O nome Inercia surge porque, apesar de o mundo exterior estar numa evolução constante, que não persentimos do dia a dia, muitas empresas acabam por continuar a fazer as coisas como sempre fizeram. E na maior parte dos casos, o que temos verificado é que o problema não está em nada de físico, mas em políticas e procedimentos, que a dada altura no passado fizeram sentido, mas que, por inércia, continuam em vigor e a restringir as operações» refere um dos sócios fundadores, Ricardo Anselmo, especialista em melhoria contínua e coordenador do programa de especialização Lean Six Sigma Black Belt do Instituto Superior Técnico.













