O ministro da Economia, Siza Vieira, acaba de anunciar linhas de crédito para empresas, turismo e emprego, garantidas pelo Estado e que serão disponibilizadas pelos banco. Contas feitas, são 3000 milhões de euros.
Para a restauração e similares estão disponíveis 600 milhões de euros, dos quais 270 milhões de euros para micro e PME. Já para o sector do turismo e agências de viagens o Estado tem 200 milhões de euros, sendo que 75 milhões são para micro empresas e PME. Aos hotéis e empreedimentos turísticos cabe uma fatia de 900 milhões de euros, dos quais 300 milhões para micro e PME. Por último, a indústria extractiva, têxtil, vestuário, extractivas e madeira terá disponível uma linha de 1300 milhões de euros, 400 milhões para as micro e PME.
Estas linhas de crédito, disponibilizadas através do sistema bancário, somam-se aos 200 milhões de euros já anunciados. Esta última linha será revista e as condições de acesso flexibilizadas. Ambas estarão prontas para utilizar a partir dos próximos dias. Os empréstimos terão um período de carência de pagamentos até ao final do ano, podendo ser amortizadas em quatro anos. O executivo pretende também flexibilizar as obrigações administrativas das empresas, assim como as certificações.
«Asseguramos que as empresas nos sectores mais afectados tenham disponibilidade para garantir compromissos com trabalhadores e preservar a capacidade produtiva», explica Siza Vieira. Contudo, deixa o recado: «Estas medidas não terão efeito se empresas e trabalhadores se não forem capazes de as aproveitar e se os nossos empresários não assegurarem a capacidade produtiva e protegerem o emprego. É muito importante que nestas semanas se mantenha a economia a funcionar. (…) Uma guerra precisa de soldados».
Fonte: Executive digest














