A forma como trabalhamos está a mudar. Cada vez mais profissionais trocam o escritório tradicional – e até o teletrabalho – por espaços de trabalho flexíveis e colaborativos, que oferecem liberdade, criatividade e sentido de pertença. Quem o diz é Martim de Botton, CEO do LACS, uma rede de espaços de trabalho flexíveis portuguesa, que apresenta as cinco principais razões para tantos profissionais estarem a escolher trabalhar em espaços partilhados.
1. Flexibilidade
Num espaço partilhado, é possível ajustar o ambiente de trabalho à realidade de cada momento. Desde a localização – mais central, mais criativo, mais sossegado – aos horários, geralmente livres do modelo tradicional “9 às 5”. Esta flexibilidade permite uma melhor conciliação entre vida profissional e pessoal, e uma resposta mais rápida às exigências dos projectos.
2. Ambiente que estimula a inovação
Estar num ambiente onde se cruzam diferentes experiências e pontos de vista torna mais fácil sair da rotina e pensar de forma criativa. A diversidade de perfis, de freelancers a startups, passando por pequenas e médias empresas, favorece a troca de ideias e o surgimento de soluções novas para problemas antigos e muitas vezes comuns. É um terreno fértil para a inovação.
3. Infraestruturas completas
Estes espaços oferecem todas as condições para trabalhar com conforto e eficiência: são personalizáveis, equipados com Internet de alta velocidade, salas de reunião e phoneboots, zonas de lazer, áreas de alimentação, serviços como recepção, limpeza ou gestão de correio e, muitas outras actividades focadas no bem-estar como massagens, aulas de yoga, palestras, workshops ou happy hours.
4. Oportunidades de networking
Escolher um espaço partilhado, em vez de ficar isolado em reuniões virtuais em casa, abre caminho a conexões espontâneas e valiosas. Seja numa conversa informal no café ou num evento, multiplicam-se as oportunidades de conhecer outros profissionais, fazer parcerias ou encontrar novos clientes.
5. Pertencer a uma comunidade
Trabalhar num espaço partilhado é também combater o isolamento. Existe um sentimento de pertença, alimentado por eventos, actividades e uma cultura de entreajuda. Esta dimensão humana é cada vez mais essencial para o bem-estar no trabalho e para o equilíbrio emocional no dia a dia.














