O número de pessoas empregadas aumentou em 54,7 mil no segundo trimestre ano. Desta forma, situou-se em 4,98 milhões o número de profissionais e em 57,0% a taxa de emprego. A análise indica que os especialistas das actividades científicas e intelectuais são o maior grupo profissional, com o equivalente a 22,5% de todos os trabalhadores do país. Os dados são do estudo «50 destaques do segundo trimestre de 2023, em Portugal» da Randstad Portugal.
Mais especificamente, e por actividade económica, a indústria transformadora gera 16,5% de emprego no país e o comércio 14,0%. Nos serviços, os sectores da saúde e educação empregam 18,3% do total de profissionais. O número de pessoas em teletrabalho aumentou em 23 mil neste segundo trimestre do ano, alcançando as 960 mil pessoas.
Segundo este estudo, também o emprego nas administrações públicas aumentou, em 4580 pessoas, e alcançou os 747.707 profissionais. O maior grupo neste sector é o de assistente operacional/operário auxiliar, com 168.778 profissionais, o que equivale a 22,6% do emprego público. Na área da saúde e educação, atuam 37,3% de pessoas das administrações públicas.
O estudo mostra ainda que a população activa diminuiu em 1100 pessoas no segundo trimestre, situando-se nos 5,3 milhões. A análise reflecte também que 32,1% das pessoas activas têm qualificação no ensino superior e que a sua taxa de actividade é a mais alta, de 84,5%, comparativamente com as pessoas com ensino secundário e pós-secundário. Relativamente ao género, é possível perceber que 50,1% da população activa são homens e 49,9% são mulheres.
Neste estudo, que contém os dados do mercado disponíveis até ao momento pelo Instituto Nacional de Estatística, o Instituto do Emprego e Formação Profissional, o Ministério do Trabalho, o Banco de Portugal e Eurostat, a Randstad analisou as estatísticas relativas ao mercado de trabalho e aos temas macroeconómicos que o influenciam.














