«As empresas enfrentam desafios que têm um forte impacto no bem-estar das suas pessoas e na competitividade do negócio. A situações como burnout, absentismo, rotatividade, falta de engagement, dificuldade em reter talento, somam-se, na maioria das vezes, líderes sem ferramentas para gerir pessoas nem instrumentos que permitam perceber, em tempo real, como estão os colaboradores e, sobretudo, quais as causas do seu bem ou mal-estar», refere Adelino Cunha, CEO da I Have the Power.
«A metodologia que desenvolvemos na Plataforma Felicidade Global tem como base o sólido conhecimento que temos junto do mercado empresarial nacional e internacional e do trabalho que levamos a cabo no âmbito da Certificação de Happiness manager. Esta nova ferramenta baseia-se na recolha e tratamento dos dados das aspirações dos colaboradores das empresas, de modo a sabermos com detalhe o que é necessário para termos empresas e pessoas mais felizes», explica o mesmo responsável.
A plataforma inclui dois sistemas mundialmente reconhecidos — a Felicidade Interna Bruta (FIB) e o World Happiness Report (WHR) – e respectivos indicadores — e permite criar, com recurso a IA, índices personalizados adaptados à cultura e aos objectivos de cada empresa. Adelino Cunha assegura que «a IA é um auxiliar precioso para o tratamento rápido de grandes volumes de informação, como são estes casos, dando insights poderosos que, evidentemente, terão sempre de ser validados pelo Happiness manager e pela sua equipa antes de serem implementados.»
A ferramenta permite configurar múltiplos perfis de utilizadores, com acesso a diferentes opções, potenciando que todas as pessoas possam participar nos Projectos de Felicidade e acompanhar o seu progresso, podendo também «ser conectada ao sistema da empresa permitindo uma maior integração e escalabilidade dos sistemas», frisa Adelino Cunha.
«A felicidade deixa, assim, de ser uma intenção para passar a ser uma variável estratégica, mensurável e gerida com tecnologia que consegue medi-la, compreendê-la e transformá-la em decisões concretas», conclui o CEO da I Have the Power.
















