Ikea vai apoiar 2500 refugiados

Margarida Lopes
17 de Dezembro 2019 | 17:35

A Ikea anunciou, durante o primeiro Fórum Global de Refugiados em Genebra, na Suíça, que vai apoiar 2500 refugiados, através de iniciativas que lhes permitam ganhar experiência de trabalho e aprender novos idiomas, nas suas lojas em 30 países, até 2022. Portugal é um dos países incluídos.

 

O objectivo deste programa é criar mais oportunidades de trabalho, dentro do Grupo Ingka (retalho), para aqueles que procuram uma vida melhor depois de passarem por situações extremas de guerra, perda e violência nas suas vidas. A empresa de mobiliário sueca pretende fornecer ferramentas para a sua integração nas comunidades onde são recebidos e, ao mesmo tempo, agregar valor ao seu negócio. Desde 2017, cerca de 90 lojas Ikea em 11 países, têm apoiado a causa dos refugiados.

Até 2022, além das iniciativas de integração ao nível do retalho, o Grupo Inter Ikea pretende aumentar o volume de vendas de produtos feitos por artesãos e, desta forma, criar oportunidades de emprego a cerca de 500 refugiados, bem como a mulheres jordanas, gerando assim valor para as comunidades locais em maior escala.

O grupo pretende criar um rendimento sustentável para 400 mulheres através da parceria com a Jordan River Foundation, com a qual começou a contribuição do Grupo para o compromisso com os refugiados, em 2017. Esta parceria cocria e desenvolve produtos têxteis IKEA, onde a produção é feita por refugiadas e mulheres da Jordânia.

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Em paralelo, a IKEA Foundation irá alocar 100 milhões de euros em subsídios, nos próximos cinco anos, para programas que apoiam os refugiados e as comunidades receptoras a melhorarem as suas condições e se tornarem mais independentes.

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