Imagina quanto pode custar estudar no ensino superior? As familias estão cada vez a mais a recorrer a este “apoio” para fazer face às despesas académicas

Human Resources com ComparaJá.pt
7 de Setembro 2025 | 12:00
Imagina quanto pode custar estudar no ensino superior? As familias estão cada vez a mais a  recorrer a este “apoio” para fazer face às despesas académicas

Estudar no ensino superior em Portugal continua a ser um desafio financeiro para muitas famílias. Entre propinas, livros, alojamento e material informático, o arranque do percurso académico pode representar um peso significativo no orçamento. Neste contexto, o Comparaja revela que o crédito pessoal está a ser cada vez mais utilizado como ferramenta de apoio às famílias e estudantes.

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No momento da inscrição, as despesas acumulam-se rapidamente. Arrendar um quarto em Lisboa pode rondar os 500 euros mensais, enquanto a média nacional está perto dos 415 euros. A estes valores juntam-se custos iniciais como cauções, matrícula, equipamento informático e transporte, que podem elevar a factura total para valores entre 1500 e 2800 euros.

Segundo dados recentes, o encargo médio mensal de um estudante universitário situa-se em cerca de 900 euros. No caso dos deslocados, as despesas oscilam entre 850 e 1000 euros, sobretudo em cidades como Lisboa e Porto. Já para os que permanecem na casa da família, os custos baixam para valores entre 300 e 500 euros mensais.

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Neste contexto, o crédito pessoal está a ser cada vez mais utilizado como ferramenta de apoio às famílias e estudantes. Ao permitir financiar despesas como rendas, cauções, computadores ou propinas logo no início do ano lectivo, esta solução ajuda a aliviar a pressão sobre as poupanças familiares e garante que os estudantes iniciam a vida académica com as condições necessárias.

Exemplos recentes mostram a utilidade deste apoio: estudantes que permanecem na sua cidade recorrem a crédito para cobrir equipamentos e propinas, enquanto os que se deslocam para outras localidades encontram nesta solução uma forma de assegurar cauções, primeiras rendas e despesas de instalação.

Especialistas do Comparaja sublinham que o crédito pessoal deve ser encarado como um instrumento de planeamento financeiro, que deve ser avaliado com cautela e adaptado à realidade de cada família. Ainda assim, para muitas, representa um ponto de equilíbrio entre investir no futuro académico dos filhos e proteger o orçamento mensal.

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