🏆Estão abertas as votações para os Prémios Human Resources 2026. Conheça os vencedores e vote

Inês Barros, Adyta: Uma empresa de cibersegurança que quer competir «mais do que apenas com salário»

Tânia Reis
2 de Dezembro 2025 | 11:50

Nasceu em 2015, como uma spin-off da Universidade do Porto, e tem vindo a operar em duas áreas fundamentais: cibersegurança e soluções de comunicações seguras. Inês Barros, head of Finance and Operations da Adyta, analisa o papel da academia no recrutamento e retenção de talento em áreas técnicas e especializadas.

Por Tânia Reis 

 

Num cenário em que todas as empresas do sector tecnológico e de segurança, competem pelo mesmo conjunto limitado de profissionais, a Adyta aposta na ligação à academia, o propósito do projecto e uma cultura de proximidade.

Quais os principais desafios que a Adyta enfrenta actualmente na atracção de profissionais altamente qualificados em cibersegurança?

Continue a ler após a publicidade

O grande desafio da Adyta ao iniciar um processo de recrutamento é atrair perfis altamente técnicos e actualizados para áreas de desenvolvimento, análise de vulnerabilidades ou consultoria em cibersegurança. A elevada procura deste perfil de profissionais, associada à possibilidade de trabalho remoto, faz com que muitos talentos optem por empresas internacionais com propostas salariais difíceis de igualar por startups nacionais. Além disso, o facto de a cibersegurança exigir competências muito técnicas e em constante actualização reduz o número de candidatos verdadeiramente preparados para funções.

Ainda assim, acreditamos que esta dificuldade não é exclusiva da nossa realidade: é transversal a todas as empresas que operam no sector tecnológico e de segurança, e que competem pelo mesmo conjunto limitado de profissionais. Aliás, a escassez generalizada de profissionais especializados em cibersegurança é uma realidade documentada pelo Cybersecurity Workforce Study 2024.

Por isso, mais do que competir apenas com salário, o nosso foco é construir uma proposta de valor que vai além. Acreditamos que os projectos desafiantes, a autonomia técnica e o propósito claro ajudam-nos a atrair e reter talento.

Continue a ler após a publicidade

No sector, que perfis são particularmente difíceis de encontrar?

A procura por especialistas altamente técnicos, como em cibersegurança ofensiva, análise de vulnerabilidades, engenharia de software seguro e infraestruturas críticas, é um desafio concreto e recorrente. Estes perfis exigem não só um nível de conhecimento especializado, mas também experiência prática que nem sempre é fácil de encontrar no mercado nacional.

Este cenário é confirmado pelo estudo Experis 2025 CIO Outlook, do ManpowerGroup, que revela que a dificuldade em encontrar profissionais com as competências certas agrava o panorama da escassez de talento, com 76% das organizações globais a reportarem dificuldades no recrutamento de talento qualificado.

Apesar disto, acreditamos que a nossa proximidade com a academia tem sido uma resposta eficaz a esta escassez. Ao integrar recém-licenciados em projectos com forte componente de investigação e desenvolvimento, conseguimos formar talento internamente e contribuir, à nossa escala, para reduzir a distância entre a formação académica e as exigências reais do sector.

Que estratégias têm sido mais eficazes para atrair talento?

Continue a ler após a publicidade

Na Adyta, a atracção de talento assenta em três pilares fundamentais: a ligação à academia, o propósito do projecto e uma cultura de proximidade. Desde a fundação, mantemos uma relação muito estreita com a Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (FCUP) e o Departamento de Ciência de Computadores (DCC), organização onde nasceu a empresa. Essa colaboração permite-nos identificar talento emergente, acompanhar o percurso dos estudantes e criar oportunidades reais de integração em projectos de cibersegurança e desenvolvimento tecnológico.

Acreditamos que esta ligação à academia é uma das estratégias mais eficazes para garantir um fluxo contínuo de novos profissionais, já familiarizados com o nosso contexto técnico e cultural. Muitos dos nossos colaboradores iniciaram o seu percurso connosco através de estágios curriculares ou projectos de dissertação, evoluindo depois para funções de maior responsabilidade.

Outra das nossas estratégicas para atrair talento tem sido a construção de uma cultura organizacional alinhada com um propósito. Trabalhamos diariamente para desenvolver soluções de segurança com tecnologia nacional, num sector estratégico para o país e para a Europa. Este sentido de missão tem-se revelado decisivo para os jovens que procuram mais do que um emprego: querem contribuir para um projecto com impacto real.

Por fim, a gestão de proximidade e o ambiente colaborativo completam a equação. As pessoas sentem-se ouvidas, reconhecidas e envolvidas nas decisões, o que torna a Adyta um local onde o talento quer crescer e permanecer.

De que forma essa ligação à Faculdade de Ciências da Universidade do Porto tem mitigado a escassez de talento?

Desde a sua origem, a Adyta mantém uma colaboração muito próxima com a Faculdade e essa relação traduz-se hoje em parcerias de longo prazo: participamos em projectos de Investigação e Desenvolvimento (I&D) com financiamento europeu, acolhemos estágios curriculares e dissertações de mestrado, e o nosso processo de recrutamento privilegia perfis recém-licenciados. Este contacto directo permite-nos identificar talento promissor logo nas fases iniciais do percurso universitário e proporcionar uma transição natural para o mercado de trabalho.

Além de contribuir para o desenvolvimento de competências práticas nos estudantes, esta relação beneficia também a própria empresa, que ganha acesso a novas ideias, investigação aplicada e uma rede de conhecimento em constante actualização.

Na nossa experiência, esta ligação entre a academia e o tecido empresarial é essencial para reduzir a distância entre o ensino e as necessidades reais do mercado, assim como tem provado ser sustentável e mutuamente vantajosa.

Como é que a vossa cultura organizacional se reflecte no processo de recrutamento e na retenção de colaboradores?

A cultura organizacional é uma das nossas principais prioridades para garantir o sucesso na atracção e retenção de talento. Cultivamos um ambiente de proximidade, transparência e confiança, onde cada pessoa sente que tem voz activa e é parte integrante do projecto. Essa forma de estar reflecte-se em todas as etapas do ciclo de vida do colaborador, desde o recrutamento até à progressão na carreira.

Durante o processo de selecção, procuramos identificar não apenas competências técnicas, mas sobretudo afinidade com os nossos valores. Privilegiamos perfis colaborativos, curiosos e com vontade de aprender, porque acreditamos que a atitude e o potencial contam tanto quanto a experiência prévia.

Uma vez integrados, o foco passa a ser o envolvimento e a valorização contínua. Mantemos uma política de portas abertas, onde a comunicação é constante e o feedback é bilateral. Esta gestão de proximidade permite ajustar processos, reconhecer contributos e fomentar o sentido de pertença — um factor que consideramos determinante para a retenção.

O resultado é uma equipa estável e comprometida, com uma taxa de rotatividade muito reduzida, em grande parte porque as pessoas acreditam genuinamente no propósito da empresa e sentem que crescem com ela. Em última análise, é essa cultura de confiança e partilha que faz com que a Adyta continue a ser uma startup onde o talento se desenvolve e permanece.

Que papel desempenha a formação interna no desenvolvimento contínuo das equipas? Existem programas estruturados ou planos de carreira definidos?

Na Adyta, a formação e o desenvolvimento contínuo são considerados pilares essenciais para garantir a evolução das equipas e a sustentabilidade da empresa a longo prazo. Trabalhamos num sector que exige actualização constante — a cibersegurança e as tecnologias de informação evoluem a um ritmo acelerado — e, por isso, acreditamos que a aprendizagem tem de fazer parte do dia-a-dia.

Mais do que programas formais, promovemos uma cultura de partilha e de aprendizagem colaborativa. Os projectos em que estamos envolvidos, muitos deles no contexto de investigação e desenvolvimento (I&D), proporcionam oportunidades constantes para o crescimento técnico e pessoal das equipas. A experiência prática, aliada ao contacto com novas tecnologias e metodologias, torna-se um meio natural de formação contínua.

Paralelamente, incentivamos a formação externa e o aperfeiçoamento individual, apoiando a participação em cursos, conferências e certificações relevantes.

O nosso objectivo é simples: garantir que cada pessoa tem espaço para evoluir, aprender e contribuir com valor acrescentado. É essa dinâmica que mantém as equipas motivadas e a empresa preparada para os desafios futuros.

A flexibilidade no trabalho é um factor decisivo para muitos profissionais. Como é que abordam esta questão?

Reconhecemos que a flexibilidade é hoje um dos factores mais valorizados pelos profissionais e um elemento central na atracção e retenção de talento. Procuramos equilibrar a autonomia individual com a necessidade de colaboração e partilha, essenciais numa empresa que valoriza o trabalho em equipa e a proximidade.

Adoptámos um modelo híbrido de trabalho, que combina dias presenciais –normalmente às segundas e quartas-feiras – com a possibilidade de trabalho remoto nos restantes dias. Este formato garante o contacto directo entre as equipas, reforça a coesão e a troca de conhecimento, sem comprometer o equilíbrio entre vida pessoal e profissional.

Adicionalmente, oferecemos a cada colaborador a possibilidade de usufruir de 15 dias de trabalho remoto consecutivos por ano. Esta política tem sido muito valorizada internamente, pois proporciona liberdade e confiança, sem perder o alinhamento colectivo. A verdadeira flexibilidade não se limita ao local de trabalho, mas traduz-se na forma como gerimos a relação com as pessoas, com base na confiança, responsabilidade e empatia. É essa abordagem equilibrada que nos permite manter equipas motivadas, produtivas e comprometidas, independentemente de onde trabalham.

Quais os principais factores que levam um profissional de cibersegurança a escolher trabalhar na Adyta em vez de numa multinacional ou numa empresa estrangeira?

Acreditamos que o que realmente diferencia a nossa proposta de valor é o propósito e o impacto directo que cada colaborador tem no desenvolvimento dos nossos projectos. Trabalhamos em áreas altamente sensíveis e estratégicas, desenvolvendo soluções de comunicações seguras, desenvolvimento 100% português e serviços de cibersegurança. Esse sentido de missão motiva muitos profissionais a juntarem-se a nós, conscientes de que estão a contribuir para a soberania tecnológica e a protecção de informação crítica.

Outro factor importante é a proximidade e a visibilidade do contributo individual. Em estruturas mais pequenas, como a nossa, cada pessoa tem contacto directo com as decisões, participa activamente na evolução dos produtos e sente o impacto real do seu trabalho. Esta dinâmica cria um sentimento de pertença e realização que dificilmente se encontra em organizações de maior dimensão.

Além disso, oferecemos um ambiente de aprendizagem contínua, que permite aos colaboradores crescer técnica e profissionalmente. A gestão de proximidade, a flexibilidade e o equilíbrio entre vida pessoal e profissional completam um conjunto de factores que tornam a Adyta uma escolha atractiva.

Como é feito o acompanhamento e a avaliação do desempenho, especialmente em funções técnicas e especializadas?

Na Adyta, o acompanhamento e a avaliação de desempenho baseiam-se num modelo de proximidade, confiança e comunicação contínua. Temos momentos formais de avaliação, com reuniões de acompanhamento regulares e um processo anual de avaliação de desempenho, mas, mais do que esses marcos formais, privilegiamos uma gestão diária com feedback constante e bidireccional. A evolução individual acontece quando as pessoas sabem exactamente o que se espera delas e têm espaço para expressar as suas ideias, dificuldades e ambições.

Nas funções mais técnicas, o desempenho é avaliado não apenas pelos resultados obtidos, mas também pela qualidade do código, capacidade de resolução de problemas, colaboração com os colegas e partilha de conhecimento. Estes factores são tão relevantes quanto a competência técnica, porque acreditamos que a excelência se constrói em equipa.

Além das competências técnicas, que soft skills mais valorizam?

Na nossa perspectiva, o sucesso de uma equipa técnica depende tanto das competências humanas quanto das competências técnicas. Por isso, damos grande importância a soft skills que reforcem a colaboração, o espírito crítico, a capacidade de adaptação, a curiosidade e o espírito de partilha.

Entre as mais valorizadas destacamos a capacidade de trabalhar em equipa e a disponibilidade para aprender continuamente. Reconhecemos que, em áreas muito técnicas, nem sempre os profissionais têm um perfil naturalmente comunicativo. No entanto, acreditamos que, quando inseridos num ambiente que consideram adequado e seguro, essas competências vão sendo desenvolvidas e aprimoradas. Temos vários casos de sucesso que comprovam essa evolução ao longo do tempo.

Valorizamos igualmente a autonomia e o sentido de responsabilidade. A curiosidade e a proactividade são também determinantes – procuramos pessoas que questionem, proponham melhorias e queiram contribuir activamente para o crescimento da empresa.

Em suma, procuramos profissionais que, além do conhecimento técnico, tragam energia, espírito colaborativo e vontade genuína de fazer parte de um projecto colectivo. São essas qualidades que fortalecem a cultura da Adyta e garantem a coesão e a sustentabilidade das nossas equipas.

Que tendências antevê para o futuro da atracção e retenção de talento?

Acredito que o futuro da atracção e retenção de talento passará inevitavelmente por organizações mais humanas, flexíveis e com propósito. As novas gerações procuram muito mais do que um emprego: procuram um projecto em que se revejam, onde sintam que o seu contributo tem impacto e onde possam crescer pessoal e profissionalmente.

A valorização do bem-estar, o equilíbrio entre vida pessoal e profissional, e a autonomia serão factores cada vez mais determinantes. As empresas que conseguirem criar ambientes de confiança, reconhecimento e desenvolvimento contínuo terão uma vantagem clara na retenção de talento a longo prazo.

No caso da Adyta, esta visão já faz parte do nosso ADN. Apostamos numa gestão de proximidade, em relações baseadas na confiança e na valorização do contributo individual. Acredito que o verdadeiro sucesso virá das empresas que forem capazes de aliar tecnologia e humanidade, oferecendo desafios intelectuais estimulantes, mas também um contexto de realização e propósito.

O futuro do talento não será apenas sobre “onde se trabalha”, mas sobretudo sobre por que e com quem se trabalha — e é nesse caminho que queremos continuar a posicionar a Adyta.

Partilhar


Mais Notícias

«O digital está cada vez mais no radar dos directores de RH»

Candidatos com deficiência discriminados

Gestão de Escritórios de Advogados em foco

Como aproveitar as manhãs

Os três segredos da eficácia organizacional

Manuel de Sousa é o novo director-geral da ALD Automotive Portugal

O que mudou na legislação laboral?

Energia que dá vida ao futuro

“Creative Leaders Conference” traz especialista em Inovação Organizacional

ATEC promove dia aberto para apresentar oferta formativa

BES e EDP lançam programa de formação para empreendedores

“Juventude em Movimento” quer por jovens a “mexer” dentro da Europa

Mindcoach promove programa de certificação em skills emocionais

Burger King está à procura de futuros líderes

True-Skills lança formação dedicada ao sector automóvel

Vantagem+ promove seminário sobre nova Lei do Trabalho

Comunique como os melhores

Universidade de Macau recruta professores

Inspiring Future forma alunos do Ensino Secundário

Escola de Negócios das Beiras promove formações em Lisboa

ISCTE promove 2.ª edição da Universidade Intergeracional

Vantagem+ promove seminário sobre Risco e Orçamentação

NASA oferece 13 mil euros para ficar deitado durante 70 dias

Universidade do Porto apresenta estudo sobre Empreendedorismo Social

Paulo Pinto nomeado CEO Ibérico da La Redoute

Prémio Europeu de Recursos Humanos com candidaturas abertas

Sofitel apresenta plataforma de emprego

Luís Palha é o novo presidente da direcção da EPIS

Procura trabalho? Cuidado com as redes sociais

Aprenda a escrever o email perfeito

Mindcoach promove workshop para coaches profissionais

UPTEC e Telles Abreu celebram parceria

Semana “Santander és Tu” reforça relação com colaboradores e clientes

Gulbenkian promove estágios para instrumentistas

Human Resources Portugal lança suplemento de Emprego

Neves de Almeida adquire Palmon Search & Assessment

Número de casais desempregados duplicou em Novembro

Nova direcção de negócio do Sector Público da Microsoft Portugal

“Prefere ser trabalhador por conta de outrem ou por conta própria?”

As profissões mais e menos stressantes em 2013

“O futuro do trabalho já chegou?”

Startup Pirates

Lexmark adquire Acuo Technologies

5 tendências que vão definir o mundo do trabalho em 2013

Os melhores CEO de 2012

Sumol+Compal despede 70 trabalhadores

Vantagem + e PHC unem-se para formar profissionais

The Lisbon MBA apresenta “You suck!”

SAS prepara-se para encerrar postos de trabalho

Empresas alemãs querem investir em Portugal

Estágios para estudantes de engenharia e ciências no Japão

Grupo CH distinguido internacionalmente

Quidgest anuncia projecto de internacionalização

As tendências e o futuro do retalho em debate

Contentores e autocarros transformam-se em escritórios

Portucalense lança curso em Cultura e Economia Criativa

Oeiras International School pretende ser referência no ensino

O que têm em comum o humor e a gestão?

Companhias aéreas brasileiras Azul e Trip fundem-se

Equilíbrio entre a vida profissional e pessoal a melhorar

Aprender a não levar trabalho para casa

Diogo Faria de Oliveira eleito presidente da AEPSA

Schneider Electric entre as 100 Empresas Mais Éticas do Mundo

Empresários europeus debatem gestão do risco

60% das empresas com benefícios para colaboradores

Conhecidos os vencedores em Comunicação Interna

Grupo Golden lança nova área de negócios

Formação: Revista interna e newsletter

Talenter discute a felicidade

3.ª conferência da Human Resources Portugal

253 novos desempregados por dia

Mais de 2.800 profissionais na Expo RH

Ernst & Young procura jovem talento da fiscalidade

Gestão de Talento na área dos Media

296 vagas na União Europeia

Empresas não estão preparadas para gerir crises nos media sociais

Processos aumentam no PEETT

EGP-UPBS lança 3ª edição do programa em Gestão Internacional

GMV seleccionada para projecto europeu

98 mil trabalhadores dispensáveis

Greve geral na quinta-feira

Escolhas profissionais que garantem a felicidade

Concursos Internacionias como Oportunidade de Negócio

Edição de Março já nas bancas

Os países mais verdes

As melhores universidades do mundo

Dois anos para ter subsídio com recibos verdes

Coaching em encontro científico

IFE elege Masters do Capital Humano

EGP-UPBS abre candidaturas

Como Portugal pode dar o salto

Seminário internacional sobre consumo de psicotrópicos no trabalho

Raul Orofino: Formar com humor

Antonio Huertas é o novo presidente da Mapfre

Sumol + Compal investe 8 milhões em Moçambique

Aprender a liderar

Ábaco Consultores cresce 40%

Creativesystems lança solução inovadora na Alemanha

Human Resources Portugal na Expo RH

Ajuste na economia mais rápido que o esperado

2 mil empregos em perigo com escalada do preço dos combustíveis

EDP lança prémio de inovação

Como apresentar um CV a uma empresa

Zeinal Bava eleito 2º melhor CEO europeu

Filipe Ribeiro com novas funções na HP

As mulheres mais ricas do mundo

Empreendedorismo: os perfis a seguir no Twitter

ISLA apresenta 3º iExecutive

As 7 características de uma start-up “cool”

Como fazer uma empresa crescer

Portugal perde 8,2% trabalhadores independentes

Multipessoal com novo director da zona Sul

Bombeiros são os profissionais que despertam mais confiança

Aprender a gerir o tempo

Primeiro seminário de Gestão de Qualidade da Vantagem+

Quidgest promove World Wide Innovation

5 Conselhos para reconhecer fraudes no Facebook

Especialista mundial de Liderança em Portugal

Workshop: Pensar Cliente

José Falcão Mena responsável por novo departamento da Sonae Sierra

Empreendedorismo aplicado à indústrias criativas

Secretária de Estado do Turismo debate futuro do sector

Desemprego na mira dos investidores

HP com novo director geral

Acções de Team Building gratuitas

Greve Geral: Autoeuropa interrompe produção

Siemens Portugal vence prémios internacionais de comunicação

Nuria Chinchilla debate “Chegar ao topo é desejável para todos?”

Edição de Novembro nas bancas

Guru norte-americano: PME devem exportar

Curso de Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho

Vantagem+ organiza seminário de GRH em Cabo Verde

REN lidera ranking ibérico em RH, saúde e segurança no trabalho

Noesis com nova Business Manager

Leo Burnett desafio estagiário a ocupar lugar de director criativo

Semana do empreendedorismo em 106 países

Bentley convida colaboradores do futuro

PLMJ no ranking do Financial Times

Porque as mulheres ganham menos

Mudar de carreira: de músico a gestor

Reestruturação na Soares da Costa

Egor lança motiva4one

O poder da era digital em debate

Vistos para Angola em 30 dias e por 3 anos

Nova rede social para encontrar emprego

Inédito desde 2009: Portugal cria emprego

Desemprego desce na Europa

Sonae Sierra com empreendimento no Brasil

SEDES debate a “Escola do Futuro”

Gestores de investimento mais influentes

42 milhões de euros para investir

Brasil: mais vagas para executivos

Bank of America corta 30 mil lugares

Desemprego jovem surpreende Poul Thomsen

Correios dos EUA corta 120 mil lugares

Portugueses são os mais motivados da Europa do Sul

Melhores líderes têm estilo diversificado

Economia Moçambicana cresce 7,1%

Vantagem+ lança “Master PMP Program”

A Revolução Subtil

Políticas de RH para promover liderança no feminino

Pedido de trabalho original para a Google

Estão abertas inscrições para o Oracle University Masters

Profitecla reforça atribuição de subsídios

MRW com campanha para estudantes

Google+ suspende páginas da RTP e do Público

Irmã de Zuckerberg despede-se do Facebook

Google atinge 25 milhões de utilizadores

Encontrar trabalho depois dos 40

Os novos desafios da liderança

Novo director de Negócio na HP

Europac: Fátima de Barros na administração

UAL: Inscrições abertas para MBA Executivo

ROFF distinguida como Employer of the Year

500 professores fora das universidades

Credit Suisse despede 4% dos trabalhadores

40 novos postos de trabalho em Leiria

Américo Amorim é o português mais rico

Portugal em 33º no ranking da inovação

Empresas ibéricas vão ter rating ambiental

Infor contrata 400 engenheiros

Accenture promove saúde e bem-estar

A cultura organizacional afecta a sucessão

Como detectar o talento da inovação

Nobel surpreende precários espanhóis

Usar as férias para evoluir na carreira

Alliance Healthcare com novo CEO

Trabalhadores freelance são felizes

O primeiro passo da carreira: saber escolher o estágio

Liberty Medlog e Pwc associam-se a Porto Business School

Na Crédito y Caución a gravata fica em casa

Profissões do futuro

Bosch e Efacec ganham Prémio de Inovação Cotec

Bancos britânicos pessimistas

Taxa de desemprego jovem sobe para 28,1%

Finalmente, vem aí um alívio nos combustíveis (mas só num caso). Saiba como vão mexer os preços

Pedidos de subsídio de desemprego nos Estados Unidos descem para 207 mil na semana passada

Governo aprova na generalidade reforma do código dos contratos públicos

ISQ Academy investe na modernização da Escola de Soldadura em Oeiras. O objectivo é melhorar a experiência formativa

Empresas a inovar em 2024 descem para 42,5%. É o valor mais baixo desde 2018

Grupo Linkroad cria unidade internacional de serviços financeiros e nomeia responsável para a liderar

Procura um estágio de Verão? Esta tecnológica abriu vagas para universitários

Instituto Superior Técnico está à procura da nova geração de startups para o Espaço. As candidaturas já estão abertas

Percepção das empresas portuguesas sobre a produtividade é positiva. Mas a melhoria depende destes três factores

Best Workplace, JCDecaux: Gestão de Pessoas como pilar estratégico num sector em transformação

Mais Notícias