«O ressurgimento de pressões inflacionistas externas deverá traduzir-se num aumento da inflação», lê-se no documento, com uma variação do índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC), para 2,9% este ano, interrompendo a moderação que se registava desde 2022.
Segundo o CFP, o agravamento da inflação é «motivado principalmente pela sua componente energética – via combustíveis, electricidade e gás –, ainda que se antecipem efeitos de segunda ordem noutras componentes do cabaz de consumo, nomeadamente transportes, alimentação e bens industriais».
Este aumento dos preços dos alimentos vai ter um impacto distributivo regressivo, nota o organismo, devido ao peso maior no orçamento das famílias de menor rendimento.














