Num contexto em que a inteligência artificial já escreve, calcula, recomenda, desenha, organiza e pode gerar decisões, a AESE Business School propõe um debate sobre aquilo que continua a depender das pessoas: a capacidade de criar com intenção, decidir com critério, liderar com sentido e dar profundidade humana à inovação.
Da tecnologia à gestão, da música à gastronomia, da arquitectura à arte, o evento pretende pensar o futuro a partir de uma visão “Hi-Tech, Hi-Touch”. «Mais do que discutir a evolução tecnológica, queremos colocar no centro da reflexão o papel insubstituível das pessoas na forma como a tecnologia é desenhada, aplicada e integrada nas organizações e na sociedade», afirma o professor e Chief Marketing and Sales Officer da AESE Business School, Pedro Nuno Ferreira.
O primeiro momento do programa será protagonizado pela Strategy Principal director na Accenture, Maria Pais do Amaral, numa conversa moderada pela directora do OSA – One Step Ahead | Líderes no Feminino e do GOS – Programa de Gestão de Organizações Sociais da AESE Business School, Cátia Sá Guerreiro.
«As organizações do futuro serão aquelas que conseguirem colocar a tecnologia ao serviço do que é verdadeiramente humano: a confiança, a criatividade, o discernimento, a relação e o sentido. Este é também o grande tema deste encontro. A pessoa realiza-se plenamente na medida em que experimenta o encontro com o outro. Uma máquina pode comunicar, pode responder e até pode simular proximidade, mas é a presença humana, ética e consciente, que permite construir a liderança positiva de que as organizações e a sociedade no seu todo mais precisam», nota Cátia Sá Guerreiro.
De seguida, o evento contará com uma roundtable composta por: Kiko Martins, chef de cozinha; Joana Silva Lopes, enóloga da Quinta do Casal Branco; Andreia Garcia, arquitecta e professora assistente da Universidade do Minho; e Edward Ayres de Abreu, compositor e musicólogo. Este debate terá a moderação do professor de Marketing Estratégico da AESE Business School, Eurico Nobre.
A fechar, uma experiência que jamais será automatizada: um tributo aos Coldplay com a direcção do maestro Manuel Rebelo.

















