Intelcia: Cultura assente num ADN humano

Na Intelcia acredita-se que o sucesso de uma empresa vai muito além do seu desempenho financeiro. É uma convicção que está no ADN da empresa, que se centra no ser humano e na riqueza da sua diversidade.

 

Por Carla Marques, country manager da Intelcia Portugal

 

Há 20 anos que a Intelcia apoia os clientes locais e internacionais, actuando em diversos sectores e indústrias, na criação de valor e na optimização da experiência do cliente. «Contamos com a experiência e capacidade técnica dos nossos mais de 16 mil colaboradores, comprometidos com uma qualidade de serviço contínua, com a nossa proximidade, agilidade e espírito empreendedor», garante Carla Marques, country manager da Intelcia Portugal.

A cultura corporativa da organização assenta numa gestão, orientada para valores e num ADN humano, integrando uma forte dimensão social que garante a sustentabilidade e continuidade das operações. A responsável acredita que é isso que os torna únicos e os une. «São os valores em que acreditamos.»

É na gestão de recursos humanos que a Intelcia se pretende diferenciar, através de uma actuação próxima, transparente, de confiança, de desenvolvimento de carreiras e de aposta na responsabilidade social. «O sucesso de uma empresa vai muito além do desempenho financeiro», defende Carla Marques. «Esta é uma convicção que está no nosso ADN, centrarmos o foco no ser humano e riqueza da sua diversidade».

Em Portugal, a estratégia passa pelo apoio às operações da Altice em território nacional e no mercado internacional através de operações multilingue, com a ambição de ser um dos maiores players no mercado português na área de Contact Center. «O projecto da Altice correu muito bem. Previamente, houve um trabalho de alinhamento operacional e de comunicação entre a Altice e a Intelcia. Acolhemos cerca de dois mil colaboradores de diferentes regiões e áreas de negócio. Este movimento foi muito bem acolhido pelos colaboradores e sindicatos. São equipas extremamente profissionais, com forte conhecimento do sector e uma visão de gestão de pessoas alinhada com os valores da Intelcia. Certamente que, em conjunto e com a experiência de 20 anos da Intelcia neste sector, iremos construir um projecto de sucesso em Portugal.»

Nos últimos tempos, e por consequência da situação que estamos a passar, o teletrabalho ganhou importância. Carla Marques considera que as organizações não estavam preparadas para esta pandemia, que veio alterar o mundo do trabalho. «O teletrabalho veio assumir agora a sua preponderância nos call centers», constata. «Acredito plenamente que, depois da experiência desta pandemia e de se exigirem condições de teletrabalho, o sector dos call centers vai passar a ter uma forte percentagem de colaboradores nesta forma de trabalhar.»

Na perspectiva da gestão das operações, Carla Marques verifica que existe menos absentismo nas operações, mas que existe a necessidade de implementar formas de controlo à distância que assegurem o cumprimento dos SLA das operações dos seus clientes. «De forma a garantir a nossa cultura e o nosso ADN nas equipas, é importante implementar formas de reunir “quick meetings” e de comunicar entre as mesmas.»

Para a responsável, as condições de teletrabalho vão ser um dos factores para a tomada de decisão para novos projectos. «Isto obriga a uma maior flexibilidade na jornada de trabalho, que poderá ser reduzida em detrimento do bem-estar familiar e pessoal», afirma. Na visão de Carla Marques o profissional do futuro, independentemente das sua atribuições técnicas, «será motivado e movido pelas suas realizações pessoais, trabalho social e qualidade de vida».

 

Este artigo faz parte do Caderno Especial “Outsourcing”, publicado na edição de Abril da Human Resources.

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