Inteligência ou estupidez artificial? As máquinas podem mesmo produzir inteligência ou apenas simulam uma cópia da inteligência humana?

Margarida Lopes
9 de Março 2025 | 16:00

Num momento em que uma rápida pesquisa no Google sobre inteligência artificial nos inunda de conceitos como: revolução, desafios, facilidade, nova ordem digital, máquinas versus Homem, desconfiança, resolução de problemas e vantagens, urge explorar a natureza da inteligência e a sua relação com as máquinas. É isso mesmo que o neurologista Alexandre Castro Caldas procura fazer no seu mais recente livro – Inteligência Vital, Estupidez Artificial.

 

É inegável que a inteligência artificial está cada vez mais presente no nosso dia-a-dia, pelo que a questão que fica é: será que as máquinas podem realmente produzir inteligência ou apenas simulam uma cópia da inteligência humana?

Cruzando conhecimentos de diversas áreas como a biologia, a filosofia, a antropologia e as neurociências, Castro Caldas apresenta a inteligência como uma capacidade presente em todos os seres vivos, com diferentes manifestações consoante a espécie. A obra propõe um olhar crítico sobre o conceito de inteligência artificial, comparando-a a uma flor de plástico: bonita, mas incapaz de atingir a sublime complexidade da inteligência natural.

Álvaro Laborinho Lúcio assina o prefácio e destaca a obra como um convite urgente ao debate e reforça que «Alexandre Castro Caldas ajuda-nos aqui a caminhar na busca de respostas. Das respostas que nos cabe, a nós, leitores e cidadãos, construir, e não das respostas encontradas já feitas e prontas a servir. Por isso, a urgência desta leitura».

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A obra foi editada pela Contraponto.

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