Internato médico vai estar disponível para 2400 profissionais no próximo ano

Human Resources com Lusa
4 de Setembro 2023 | 08:10
Internato médico vai estar disponível para 2400 profissionais no próximo ano

O Governo fixou o número máximo de 2400 vagas para ingresso na formação geral do internato médico em 2024, o mesmo número do ano anterior, segundo um despacho publicado em Diário da República.

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«O internato médico corresponde a um processo de formação médica, teórica e prática, compreendendo duas vertentes, a formação geral, que visa habilitar o médico ao exercício autónomo da medicina, e a formação especializada, que tem como objectivo habilitar o médico ao exercício da medicina ou ao exercício tecnicamente diferenciado numa determinada área de especialização, com a atribuição do correspondente grau de especialista», lê-se no despacho.

O Ministério da Saúde explica em comunicado que, depois de completarem o ano de formação geral, os médicos podem escolher a especialidade em que pretendem ingressar para terem uma área de diferenciação, com duração superior e variável, entre quatro a seis anos.

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O ingresso no internato médico faz-se através de procedimento concursal único, aberto pela Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), no terceiro trimestre de cada ano civil e o mapa de vagas para ingresso na formação geral é fixado, anualmente, por despacho dos membros do Governo responsáveis pelas áreas das Finanças, da Administração Pública e da Saúde, esclarece.

«Com a fixação destas vagas, o Governo reforça a posição do Serviço Nacional de Saúde enquanto elemento central e estruturante da formação médica em Portugal e renova o compromisso de valorização das diferentes profissões que todos os dias constroem o SNS», refere.

E assegura «a prossecução de um adequado planeamento de Recursos Humanos para responder às necessidades presentes e futuras do sistema público de saúde com segurança e previsibilidade, com o objectivo de garantir que o SNS conta com o número de médicos adequado para responder com qualidade e em proximidade às pessoas», indica o Ministério da Saúde.

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