Irene Rua, Doutor Finanças: Criar condições para fidelizar quem é essencial à sustentabilidade da empresa

Human Resources com Lusa
13 de Janeiro 2026 | 12:20

Irene Rua, Chief People Officer do Doutor Finanças, destaca que «a retenção de talento não é apenas uma prioridade – é uma vantagem competitiva.»

 

«Num contexto em que 45% dos gestores identifica a atracção e retenção de talento como o maior desafio, é imperativo que as empresas criem condições para fidelizar quem é essencial à sua sustentabilidade. Não basta oferecer salários competitivos – embora 57% dos inquiridos apontem remuneração e benefícios como factor crítico para as saídas –, é necessário investir em lideranças preparadas.

A formação de gestores para liderar com empatia, visão e capacidade de desenvolver carreiras é determinante, sobretudo quando 36% das saídas se relacionam com chefias directas. Paralelamente, os líderes devem compreender que o equilíbrio entre vida profissional e pessoal, citado por 19% como preocupação e por 29% como motivo de saída, não é um luxo, mas uma estratégia para manter equipas motivadas e produtivas.

Tudo isto sem perder de vista o essencial: garantir a sustentabilidade financeira da empresa, equilibrando custos com práticas que promovam bem-estar, saúde mental e novas formas de organização do trabalho. A retenção de talento não é apenas uma prioridade – é uma vantagem competitiva.»

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Este testemunho foi publicado na edição de de Dezembro (nº. 180) da Human Resources, no âmbito do seu LXII Barómetro.

Disponível nas bancas e online, na versão em papel e na versão digital.

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