ISCAL vai ter novas instalações no campus do Instituto Politécnico de Lisboa

Foi autorizada pelo Conselho de Ministros a celebração do contrato de empreitada da construção das novas instalações do ISCAL. O novo edifício será construído no campus do Instituto Politécnico de Lisboa (IPL), em Benfica, unindo os mais de 3400 alunos, 206 docentes e 32 colaboradores não docentes (staff) do ISCAL à comunidade das três Escolas do IPL que funcionam, actualmente, neste espaço, Escola Superior de Educação de Lisboa, Escola Superior de Comunicação Social e Escola Superior de Música.

 

O novo edifício, desenhado pelo arquitecto Carrilho da Graça, ficará localizado junto à Escola Superior de Comunicação Social, fazendo parte do plano de construção a existência de uma ligação entre os espaços das duas referidas Escolas.

Como acto simbólico e no contexto do Global Action Day, em conjugação com o Dia Mundial da Terra, a equipa da Brigada da Florestas do Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Lisboa, no âmbito do Projecto Eco-Escolas, plantou a árvore Araucária, uma espécie brasileira, como a “primeira pedra” junto ao local onde nascerá o futuro ISCAL.

Ao mesmo tempo, a Brigada da Floresta da Universidade do Extremo Sul Catarinense (Brasil) plantou o português Castanheiro nas suas instalações. Esta iniciativa, feita em paralelo por ambas as instituições, tem como objectivo a criação de laços de internacionalização, beneficiando alunos de licenciatura e pós-graduação, que poderão trabalhar, pesquisar e estudar juntos e fazer intercâmbio entre os dois estabelecimentos de ensino. A parceria também possibilita a troca de experiências entre os professores dos dois países.

Fernando Carvalho, professor e vice-presidente do ISCAL, afirma «o evento que assinala o Dia Mundial da Terra pretende também simbolizar o arranque do processo tendente à construção do novo edifício do ISCAL, ambição há muito desejada e fulcral para o desenvolvimento da Instituição. Ao invés da colocação da tradicional primeira pedra foi plantada uma árvore que simboliza o compromisso da instituição com a sustentabilidade».

Esta iniciativa teve o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, através da divisão de Gestão do Parque Florestal do Monsanto e de Sensibilização Ambiental.

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