Já fez as contas a quanto o aumento do gás natural vai afectar a sua factura?

A factura da energia poderá voltar a pesar mais no orçamento das famílias portuguesas nos próximos meses. O ComparaJá explica porquê.

Human Resources com ComparaJá.pt
6 de Junho 2026 | 10:00

A ERSE propôs um agravamento das tarifas de gás natural no mercado regulado a partir do fim do Verão, numa altura em que a electricidade também continua pressionada pela evolução dos preços grossistas e pelo aumento das tarifas de acesso às redes já aplicado este ano.

No gás natural, a proposta aponta para uma subida de 6,3% no mercado regulado. Já no mercado livre, o aumento estimado é de 2,3%. Para um casal sem filhos, no 1.º escalão de consumo, a factura mensal poderá rondar os 17 euros.

Um dos aspectos menos conhecidos pelos consumidores é que o escalão de gás não é escolhido directamente pelo cliente. É definido com base no consumo e, depois de atribuído, tende a manter-se praticamente fixo durante 12 meses. Isto significa que qualquer ajuste ao contrato ou ao fornecedor deve ser ponderado antes de a subida se reflectir de forma mais expressiva na factura.

A electricidade também não fica fora desta tendência. A evolução dos preços nos mercados grossistas e o agravamento das tarifas de acesso às redes contribuem para uma pressão adicional sobre a conta da luz. Como gás e electricidade têm impacto conjunto no orçamento doméstico, analisar os dois contratos em simultâneo pode ajudar a perceber onde existe margem real de poupança.

Ainda assim, a solução mais vantajosa nem sempre passa por concentrar gás e electricidade na mesma empresa. Em alguns perfis de consumo, manter o gás no mercado regulado e contratar electricidade no mercado livre pode compensar mais do que optar por um pacote combinado. A diferença depende sobretudo do consumo anual, do escalão de gás e das condições comerciais disponíveis em cada momento.

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Antes do fim do Verão, os consumidores podem recorrer a plataformas de comparação como o ComparaJá para analisar as ofertas de energia disponíveis no mercado e perceber se mudar de fornecedor ou ajustar o contrato permite reduzir a factura mensal, sem custos associados à mudança.

Num contexto de subida esperada do gás e de pressão contínua na electricidade, rever os contratos de energia deixa de ser apenas uma questão de poupança pontual e passa a ser uma forma de evitar ficar preso durante meses a uma conta mais elevada.

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