Jovens acreditam que experiência é um requisito fundamental para as empresas

O Universia Portugal,rede de universidades presente em 23 países ibero-americanos, e o Trabalhando.pt, uma comunidade de emprego formada por uma ampla rede de sites associados, lançaram o 5.º inquérito de emprego deste ano.

Trata-se de um estudo que se realiza em conjunto com o objectivo de conhecer as intenções das gerações mais jovens em relação à formação e ao trabalho. Desta vez, o tema foi “O que mais valorizam as empresas”.

Entre as condições requeridas para entrar no mercado de trabalho, independentemente dos estudos, 83% dos inquiridos defende que a experiência tem um papel muito importante.

Para além de ser fundamental para arranjar emprego, a experiência é para 32% dos participantes uma competência valorizada pelas empresas. No entanto, a maioria (40%) destaca a proatividade como característica fundamental para progredir. Os restantes consideram que ser cumpridor é o mais importante, (20%), seguido da seriedade (6%) e da formalidade (3%).

Os entrevistados consideram que ter concluído os estudos secundários (24%) ou ter uma licenciatura (37%) é suficiente para ingressar numa empresa. Apesar disso, 69% dos inquiridos pensa que a empresa valoriza a iniciativa do colaborador em continuar a estudar.

Por outro lado, 17% considera que é necessário ter concluído o terceiro ciclo para poder ingressar numa empresa, apesar de 14% considerar necessário ter uma pós-graduação, 3% um doutoramento e 5% nenhum estudo.

Bernardo Sá Nogueira, director-geral do Universia Portugal e do portal trabalhando.pt salienta a importância deste estudo «para conhecer as perspectivas dos nossos utilizadores relativamente à procura de emprego, bem como as suas expectativas no que toca à actuação das empresas em relação aos seus potenciais candidatos”.

Participaram no estudo 9.269 pessoas de 9 países: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Espanha, México, Perú, Portugal e Porto Rico. Entre os inquiridos, destaca-se uma maior presença masculina (59%) relativamente à feminina (41%). Em relação à idade, 57% revelou ter mais de 27 anos, seguido de 36% entre 21 e 26 anos. Por outro lado, 7% tem entre 18 e 20 anos.

Mais informações: www.universia.pt ou www.trabalhando.pt

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