A maioria dos líderes executivos não se sente preparado para ter conversas em torno do bem-estar mental das suas equipas, revela um estudo recente do Grupo Adecco.
Segundo o estudo, 54% dizem que é difícil dar conselhos eficazes aos colaboradores sobre o seu bem-estar mental durante a pandemia, e do mesmo modo, 50% dizem que é difícil permanecer conscientes de como a sua equipa se está a sentir.
Esta lacuna é importante realçar, pois 28% dos empregados dizem que a sua saúde mental diminuiu durante a pandemia.
Já 80% dizem que o seu empregador é responsável por assegurar um mundo de trabalho melhor após a COVID-19.
Segundo a Adecco, a pandemia COVID-19, o isolamento físico e a economia incerta contribuíram para o declínio do bem-estar mental de milhares de adultos trabalhadores, o que exige um maior enfoque na melhoria dos programas de bem-estar empresarial, nomeadamente os que assegurem a inclusão e se sirvam das crenças e princípios dos empregados para servir de motivação. À medida que as empresas procuram renovar os programas de bem-estar empresarial, é importante adoptar um modelo que seja sustentável e possa evoluir ao longo do tempo.














