Mais de 80% dos portugueses gosta de cozinhar, mas a divisão preferida da casa é outra. Descubra qual é

Margarida Lopes
6 de Janeiro 2024 | 16:00

A Conforama analisou a relação dos portugueses com as principais divisões da casa. Para tal, a empresa de equipamento e decoração para o lar analisou os hábitos dos portugueses em casa através de três inquéritos realizados em 2023 e centrados no descanso, nas salas de estar e nas cozinhas.

 

A conclusão é que a sala de estar é a divisão preferida dos inquiridos (48,4%), seguida da cozinha (26,8%) e do quarto (17,5%). Nos últimos lugares estão o escritório (3,1%), o terraço ou jardim (2,9%) e a casa de banho (1,3%).

No que diz respeito à sala de estar, 52,5% dos inquiridos prefere uma sala com diferentes estilos para combinar móveis, enquanto 47,5% dos portugueses assume que gosta mais que a divisão seja homogénea. Mas, acima de tudo, existe consenso quando se referem às principais características no momento de comprar os produtos para a sala: o preço (42,6%) e o facto de ter uma decoração funcional (20,2%) são essenciais.

Não há dúvidas de que o sofá é essencial em qualquer sala, o que fica demonstrado pelos 99% dos inquiridos que afirmam ter um. Mas também o móvel de televisão, mesa de refeição e cadeiras são apontados como produtos essenciais na decoração de uma sala. Artigos que não podem faltar quando as principais atividades para as quais os portugueses afirmam utilizar a sala são ver televisão (90,6%) e relaxar (79,4%).

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Sendo a sala considerada a principal divisão da casa pelos portugueses, os inquiridos revelam intenções de mudar de sofá, com a principal razão para este desejo a ser o desgaste do sofá actual (60,3%). A chaise longue (39,7%) e os sofás de três lugares (36,2%) são os mais comuns entre as casas dos portugueses, com 34,3% dos inquiridos a revelar ainda que tem um sofá-cama em sua casa. Comodidade (98%) e durabilidade (94%) são as caraterísticas mais importantes para os inquiridos no momento de compra de um sofá.

Já quando falamos de cozinhas, percebemos que 83% dos portugueses gostam de cozinhar, o que pode justificar que esta seja a segunda divisão mais preferidas pelos inquiridos. No entanto, mais de 80% admite que melhoraria alguns dos elementos da cozinha, principalmente os móveis, azulejos e a redistribuição das gavetas e dos armários. 25% dos inquiridos assumiu mesmo o desejo de fazer uma renovação completa da cozinha, com mais de metade das pessoas a afirmar que se tivessem a possibilidade de mudar por completo a cozinha, passariam a cozinhar mais.

Tendo em atenção as tendências actuais na decoração das cozinhas, mas também critérios de funcionalidade, 61,4% dos portugueses preferia ter uma cozinha independente, enquanto, em termos de formato, a cozinha com ilha é a preferida por 45,8% dos inquiridos. Um espaço de fácil limpeza (28,8%), com mais espaço (18,7%) e maior capacidade de arrumação (17,7%) são as características mais desejadas para esta divisão da casa.

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Sobre o quarto, as principais conclusões do estudo promovido pela Conforama demonstram que 91,9% dos portugueses assume que a qualidade do colchão é a condição mais importante para um bom descanso, seguida pela importância da almofada (91%) e um ambiente com pouco ruído (82,5%). Neste inquérito, 83,5% dos portugueses defenderam que os colchões devem ser mudados até 10 anos após a compra, sendo que a maioria afirmou ter em casa um colchão com um máximo de seis anos.

O estudo mostra que, sobre os factores de compra em produtos como colchões e almofadas, o preço não é um entrave, sendo que cerca de metade dos inquiridos afirmam que compram artigos que se ajustem às suas necessidades sem olhar para o preço. A qualidade dos produtos comprados assume ainda maior importância quando 45,2% admite sofrer de algum tipo de dor relacionada com costas ou pescoço devido ao desconforto causado pela postura durante o sono.

O mesmo estudo revela que os hábitos de descanso, 40% dos portugueses afirma não descansar bem, dormindo em média sete horas por noite, com 65,6% dos inquiridos a assumir que necessitava de dormir mais.

Cerca de 48% dos inquiridos assumiu que se deitava depois da meia-noite, fator que pode levar a um menor tempo de sono. Para os inquiridos que assumiram dormir mal, as principais razões para tal acontecer estão relacionadas com o facto de acordarem várias vezes durante a noite (61,3%), stress (15,6%) e problemas de saúde (8,8%).

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