Mais de metade das empresas desta área têm escassez de profissionais qualificados

Margarida Lopes
22 de Julho 2025 | 12:20
Mais de metade das empresas desta área têm escassez de profissionais qualificados

Segundo o Relatório de Ciberpreparação 2024 da Hiscox, a escassez de profissionais qualificados na área da cibersegurança, continua a ser um problema crítico, com mais de metade das empresas (52%) a reportar uma falta significativa de especialistas, e 34% a admitir que as suas medidas de cibersegurança estão comprometidas devido à ausência de conhecimentos específicos na gestão dos riscos associados às tecnologias emergentes.

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Além disso, uma proporção semelhante de líderes empresariais não considera que as suas organizações estejam adequadamente preparadas para enfrentar ciberataques.

De acordo com o Relatório de Ciberpreparação 2024 da Hiscox, um estudo anual que avalia o nível de preparação das empresas face a ameaças cibernéticas, com base em inquéritos realizados a milhares de organizações em vários países, 70% das empresas inquiridas já integraram a inteligência artificial generativa nas suas operações, número que tem vindo a aumentar ao longo dos últimos anos.

Além disso, 64% dos inquiridos acreditam que a inteligência artificial será fundamental na definição da abordagem das respectivas empresas à cibersegurança até 2030, ao permitir uma análise mais rápida e eficiente das ameaças e vulnerabilidades.

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Segundo o relatório, 67% dos líderes empresariais afirmam que o investimento em tecnologia de ponta é uma das principais prioridades das suas organizações.

Neste sentido, o relatório mostra uma crescente sensibilização por parte das empresas para os benefícios que as novas tecnologias podem trazer para o seu negócio. Contudo, um em cada quatro líderes das organizações inquiridas não acredita que a adopção destas novas tecnologias, como a inteligência artificial, represente um risco adicional para as suas empresas, o que revela que subestimam os riscos de cibersegurança associados a estas ferramentas.

No entanto, o estudo revela que ainda há um longo caminho a percorrer para muitas empresas, um terço (32%) das organizações abordadas, reconhece estar a ficar para trás na adopção das tecnologias de cibersegurança necessárias.

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