A Mastercard está a promover o acesso livre e em português ao seu currículo de conteúdos de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemáticas (STEM), no âmbito do programa Girls4Tech™. O programa integra um conjunto de novos recursos educativos e criativos online e foi desenhado com intuito de ajudar pais e professores a ajudarem crianças dos 8 aos 12 anos.
Professores e pais em Portugal podem, agora, a partir das suas casas, aceder ao recém-lançado site Girls4Tech Connect, e descarregar aulas bem como actividades feitas em parceria com a Scholastic, para ajudarem os seus filhos ou alunos a aprenderem conteúdos das disciplinas STEM.
As actividades baseiam-se em referenciais globais nas áreas da ciência e matemática – e incorporam a experiência da Mastercard em tecnologia de pagamentos e inovação –, para suscitar, desde cedo, a curiosidade das crianças para um conjunto de carreiras nas áreas STEM, através da abordagem a temas por exemplo, Detective de Fraude, Cientista de Dados e Engenheira de Software.
«Sabemos que estes são tempos desafiantes para pais e professores em muitas frentes e esperamos que estes recursos de aprendizagem sejam uma forma divertida de envolver e inspirar as crianças nestas áreas STEM, enquanto estão em casa. O site tem uma navegação intuitiva e fácil e procura enfatizar o que temos feitos nos vários workshops que temos promovido globalmente. Estamos ansiosos por voltar a realizá-los presencialmente, mas claro, apenas no momento em que o possamos voltar a fazer de forma segura», salienta Susan Warner, vice-presidente de Envolvimento Comunitário na Mastercard, e fundadora da Girls4Tech.
A partir desta semana, serão publicadas semanalmente novas actividades no site girls4Tech, na página de Facebook e no Twitter. Os conteúdos estão actualmente disponíveis em português, inglês, francês, chinês e árabe.
Agora na sexta edição, o Girls4Tech envolveu mais de 800 mil estudantes em todo o mundo através de actividades baseadas em inquéritos e desafios do mundo real com o objectivo de inspirar mais raparigas a prosseguir carreiras STEM e a reduzir a diferença de género nestas áreas.














