O Global Online MBA da Porto Business School subiu duas posições para o sexto lugar mundial no Financial Times Online MBA Ranking 2026, sendo a única instituição portuguesa presente no ranking entre as escolas mais bem posicionadas a nível internacional.
A escola alcançou o primeiro lugar mundial em “Value for Money” tendo alcançado igualmente a primeira posição em “Overall Satisfaction”, evidenciando o forte valor do investimento associado ao programa. A jornada profissional dos alumni continua a destacar-se, com os alunos a reportarem um aumento médio salarial de 28% três anos após a graduação. Estes resultados são ainda reforçados pelo desempenho da escola na dimensão “Online Interaction” (segundo lugar mundial), que garante um ambiente de aprendizagem altamente colaborativo e conectado.
Com alunos provenientes de 21 países e cinco continentes, o programa é um ponto de encontro de perspectivas internacionais. Este compromisso com a diversidade é também visível no equilíbrio de género: a Porto Business School apresenta a maior percentagem de alunos do sexo feminino no ranking (47%) e é a única instituição a alcançar um rácio de 50/50 entre docentes homens e mulheres, a pontuação máxima possível segundo os critérios de género do Financial Times.
A Porto Business School lançou, em 2020, o Global Online MBA, tornando-se a primeira escola de negócios portuguesa a oferecer um programa de MBA 100% online.
«Este reconhecimento reforça a ambição da Porto Business School de redefinir a educação executiva para a era da inteligência artificial», afirma José Esteves, dean da Porto Business School.
António de Sousa Pereira, reitor da Universidade do Porto, sublinhou a importância deste marco, «o reconhecimento obtido pelo Global Online MBA é mais um reflexo da aposta que a Universidade do Porto faz na internacionalização e na inovação formativa e tecnológica, respondendo às necessidades específicas de estudantes de todo o mundo e do tempo que vivemos. Estamos também, deste modo, a contribuir para a construção de um espaço europeu de educação e investigação mais competitivo e mais independente.»












































































































































































































