A ferramenta, divulgada recentemente num memorando aos colaboradores num canal da equipa da Meta Superintelligence Labs, a que a Reuters teve acesso, funcionará numa lista específica de aplicações e sites de trabalho.
O comunicado apresentou a iniciativa como uma forma de alguns trabalhadores melhorarem os modelos da empresa em áreas onde têm dificuldade em tarefas básicas de utilização do computador, como navegar em menus suspensos e utilizar atalhos de teclado. O documento acrescenta ainda que os colaboradores podem contribuir simplesmente realizando as suas tarefas diárias.
O objectivo mais amplo parece ser construir agentes de IA capazes de executar tarefas administrativas de forma autónoma, já que possuem muitos dados, mas poucas gravações de como os utilizar na prática.
«Se estamos a criar agentes para ajudar as pessoas a realizar tarefas quotidianas utilizando computadores, os nossos modelos precisam de exemplos reais de como as pessoas realmente os utilizam», disse um porta-voz da Meta à Fortune, acrescentando que os modelos estavam a utilizar «acções como movimentos do rato, cliques em botões e navegação em menus suspensos».
A empresa acrescentou que existem medidas de segurança para proteger o conteúdo sensível e que os dados não serão utilizados para qualquer outro fim.














