Actualmente, encontrar um equilíbrio saudável entre a vida pessoal e profissional é cada vez mais relevante. O Visual Capitalist mostra os países que melhor mantêm este equilíbrio em 2025 e que priorizam o bem-estar em conjunto com a produtividade.
Os dados são do Remote.com, que avalia 20 países em métricas como licença remunerada, benefícios de maternidade, salário mínimo, assistência médica, segurança e felicidade para produzir um índice composto de equilíbrio entre a vida pessoal e profissional.
A Nova Zelândia lidera a lista com uma pontuação de 86,9 em 100, oferecendo 32 dias de férias anuais obrigatórias e 26 semanas de licença de maternidade totalmente remunerada. A Irlanda surge logo a seguir, com benefícios igualmente generosos, incluindo assistência médica universal e um salário mínimo elevado. De acordo com a OCDE, os países com protecções sociais robustas reportam frequentemente maior satisfação dos trabalhadores e resultados de saúde mental.
Portugal surge em 13.º lugar com uma pontuação de 68,7 em 100, com 31 dias de férias anuais, mas apenas seis semanas de licença de maternidade totalmente remunerada.

Países escandinavos como a Noruega, a Dinamarca e a Finlândia têm uma classificação elevada devido às longas licenças remuneradas e ao sistema de saúde universal. A Noruega, em particular, oferece até 49 semanas de licença de maternidade 100% remunerada. Estes países apresentam consistentemente boas pontuações nos índices de felicidade e satisfação com a vida, impulsionados pela igualdade social e pelos sistemas de suporte.
Os países com um sistema de saúde universal e salários mínimos mais elevados apresentam, geralmente, um melhor desempenho no índice.














