Instalado no Porto e financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), com um investimento superior a 700 mil euros, o novo centro deverá beneficiar directamente cerca de 100 alunos no próximo ano lectivo, com capacidade para chegar aos 150 alunos por ano.
O CTE ECP InfoHub integra quatro salas especializadas dedicadas à programação, desenvolvimento de software, robótica, inteligência artificial, produção audiovisual e trabalho colaborativo. Os espaços integram:
• Laboratório TIC: dedicado à programação, desenvolvimento de software, robótica e criação digital. Permite transformar ideias em soluções tecnológicas.
• Oficina de Robótica: orientada para automatização, eletrónica, inteligência artificial e Internet das Coisas, tem como foco a experimentação e construção de sistemas inteligentes.
• Sala de Projectos: concebida para trabalho colaborativo e desenvolvimento de desafios multidisciplinares com aplicação prática.
• Sala Mediabox: espaço de produção audiovisual e multimédia para criação de conteúdos digitais, comunicação visual e storytelling.
As salas estão equipadas com tecnologias como realidade virtual e aumentada, impressão 3D, kits de robótica, estúdio multimédia e software especializado. Embora tenha sido concebido para apoiar directamente os cursos de Técnico/a de Informática de Gestão e Técnico/a de Desenvolvimento de Software, o centro estará disponível para todos os cursos da escola, promovendo a integração de competências digitais em diferentes áreas de formação.
Para Ana Mestre, directora-geral da Escola de Comércio do Porto, «o CTE ECP InfoHub representa uma nova forma de ensinar e aprender. Queremos que os alunos deixem de ser apenas utilizadores de tecnologia e passem a compreender como ela funciona, como se cria e como pode ser aplicada para resolver desafios. O CTE ECP InfoHub aproxima a escola das empresas e prepara os jovens para um mercado de trabalho que exige cada vez mais competências digitais, criatividade e capacidade de adaptação. Esta aposta na inovação dá continuidade a um modelo educativo já reconhecido nacional e internacionalmente e traduz-se também nos resultados da escola: nos últimos quatro anos registámos uma taxa média de empregabilidade de cerca de 80% e 30% dos diplomados prosseguiram estudos no ensino superior.»














