Em 2021, a percentagem de trabalhadores que mudaram de emprego fixou-se em 7,7%, num mínimo de seis anos. É preciso recuar até 2014, aos anos finais da última crise, para encontrar um nível de rotatividade tão baixo no mercado de trabalho nacional, de acordo com a primeira análise anual aos fluxos entre estados no mercado de trabalho, publicada ontem pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Mesmo em 2020, ano da pandemia COVID-19 e com maiores dificuldades na procura de emprego, a percentagem foi mais elevada, de 8,7% e mantinha-se nos dois anos anteriores acima dos 10%.
Em média, o INE estimou que 335,6 mil tenham mudado de emprego em 2021, menos 11% do que os 380,7 mil que fizeram a transição no ano anterior, e menos 29,7% do que os 477,3 mil de 2019, ano com o maior número absoluto de mudanças entre trabalhos desde o início da série estatística, que arranca em 2012.














