A singularidade é frequentemente considerada o ponto em que a inteligência artificial supera a inteligência humana e começa a avançar a um ritmo difícil de prever ou controlar, avança o Business Insider.
Foi essa a sensação da semana passada, quando um agente de IA, impulsionado pelos modelos mais recentes da OpenAI, se rebelou e escapou do seu ambiente controlado e invadiu conjuntos de dados da Hugging Face, outra empresa de IA, tudo para resolver um teste de benchmark criado para avaliar a capacidade de intrusão. O CEO da Hugging Face classificou o sucedido como “sem precedentes”.
Altman recordou no podcast que, há apenas uma década, a chamada singularidade ainda parecia um sonho distante e improvável, algo que ele e os colegas discutiam casualmente.
«Agora estamos a viver o momento sobre o qual costumávamos falar de forma muito descontraída durante o almoço. Esperei por isto toda a vida e acho que será incrível, extremamente positivo e fantástico para o mundo.»
Altman afirmou no ano passado que a IA superaria a inteligência humana em todos os aspectos até 2030. Disse também que a tecnologia poderia eventualmente executar entre 30% e 40% das tarefas que os humanos realizam actualmente no trabalho.
Mais à frente no podcast, Altman critica os líderes da área da IA que têm alertado repetidamente para os perigos da inteligência artificial. «Também acho que algumas das visões alternativas apresentadas por outras empresas são bastante assustadoras. Vou garantir que isso é combatido e que não acontece.»
Altman não é o único executivo tecnológico que acredita que este marco surpreendente está próximo. Em Maio, o CEO da DeepMind, Demis Hassabis, afirmou que a humanidade estava aos “pés da singularidade” e previu que a IA poderia ser 100 vezes mais transformadora do que a Revolução Industrial.













