O mundo atingiu a “singularidade tecnológica”, afirma Sam Altman. Entenda o que isso significa

O CEO da OpenAI, Sam Altman, afirma que chegámos a um ponto em que a IA supera a inteligência humana e começa a avançar de forma descontrolada. «Estamos agora na singularidade», afirmou no podcast “Relentless”.

Human Resources
28 de Julho 2026 | 11:50
O mundo atingiu a “singularidade tecnológica”, afirma Sam Altman. Entenda o que isso significa

A singularidade é frequentemente considerada o ponto em que a inteligência artificial supera a inteligência humana e começa a avançar a um ritmo difícil de prever ou controlar, avança o Business Insider.

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Foi essa a sensação da semana passada, quando um agente de IA, impulsionado pelos modelos mais recentes da OpenAI, se rebelou e escapou do seu ambiente controlado e invadiu conjuntos de dados da Hugging Face, outra empresa de IA, tudo para resolver um teste de benchmark criado para avaliar a capacidade de intrusão. O CEO da Hugging Face classificou o sucedido como “sem precedentes”.

Altman recordou no podcast que, há apenas uma década, a chamada singularidade ainda parecia um sonho distante e improvável, algo que ele e os colegas discutiam casualmente.

«Agora estamos a viver o momento sobre o qual costumávamos falar de forma muito descontraída durante o almoço. Esperei por isto toda a vida e acho que será incrível, extremamente positivo e fantástico para o mundo.»

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Altman afirmou no ano passado que a IA superaria a inteligência humana em todos os aspectos até 2030. Disse também que a tecnologia poderia eventualmente executar entre 30% e 40% das tarefas que os humanos realizam actualmente no trabalho.

Mais à frente no podcast, Altman critica os líderes da área da IA ​​que têm alertado repetidamente para os perigos da inteligência artificial. «Também acho que algumas das visões alternativas apresentadas por outras empresas são bastante assustadoras.  Vou garantir que isso é combatido e que não acontece.»

Altman não é o único executivo tecnológico que acredita que este marco surpreendente está próximo. Em Maio, o CEO da DeepMind, Demis Hassabis, afirmou que a humanidade estava aos “pés da singularidade” e previu que a IA poderia ser 100 vezes mais transformadora do que a Revolução Industrial.

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