O que os adolescentes de hoje querem ser? São estas as carreiras de sonho da Geração Alfa

Human Resources
27 de Agosto 2025 | 10:40
O que os adolescentes de hoje querem ser? São estas as carreiras de sonho da Geração Alfa

A resposta da Geração Alfa — os que nasceram a partir de 2010 — à tradicional pergunta “o que queres ser quando fores grande?” é interessante.

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Serão a primeira geração a crescer inteiramente no século XXI, moldada por rápidas mudanças tecnológicas, crises globais e um mundo do trabalho em evolução.

O Visual Capitalist partilha um gráfico das carreiras de sonho da Geração Alfa com base num inquérito da GWI a 11.452 crianças dos 12 aos 15 anos em 18 países, revelando uma vasta gama de aspirações de carreira entre os adolescentes de hoje.

Em ambos os géneros predominam as carreiras na ciência e na tecnologia. Quase um terço dos rapazes e quase uma em cada cinco raparigas querem tornar-se cientistas, engenheiros ou inventores — funções frequentemente associadas à inovação, resolução de problemas e impacto.

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O design de videojogos e o desenvolvimento tecnológico são outras escolhas populares, destacando a influência do entretenimento digital e a crescente familiaridade da Geração Alfa com a programação, as plataformas de jogos e as tecnologias emergentes.

Para os rapazes, o desporto profissional é ainda uma aspiração poderosa, ocupando o terceiro lugar, com 18%. Para as raparigas, as carreiras na área da saúde são particularmente populares, com quase uma em cada cinco a ambicionar tornar-se médica ou profissional de saúde.

Nem todas as aspirações da Geração Alfa são orientadas para as STEM. As carreiras artísticas — como a música, a dança, a representação e a pintura — lideram a lista entre as raparigas, com 21%, e ainda despertam o interesse de 11% dos rapazes.

Enquanto isso, a ascensão de criadores de conteúdo e influenciadores como objectivo de carreira sublinha como as redes sociais estão a remodelar o mundo das profissões. Cerca de 11 a 12% dos rapazes e raparigas manifestam interesse neste percurso, o que sugere que não se trata apenas de uma tendência passageira, mas de uma transformação na “Era Digital”.

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