O que pensam os colaboradores das suas chefias?

Margarida Lopes
27 de Agosto 2019 | 09:10

As gerações X e Y consideram que as suas chefias directas não têm as soft skills necessárias para desenvolver a função. Os dados são do novo relatório da Hays, “Geração Z: os nativos digitais no mercado laboral”. Conheça os números e as justificações.

 

Quando as diferentes gerações foram questionadas sobre se os seus superiores directos tinham as soft skills necessárias para desenvolver a função, 48% dos Baby Boomers, (nascidos entre 1946 e 1964), 55% da Geração X (nascidos entre 1965 e 1980) e 53% da Geração Y (nascidos entre 1981 e 1994) responderam que não.

Como justificação, descrevem que as principais características de um chefe ideal passam por alguém motivador, justo, ético, supervisor transparente, experiente e alguém que seja um mentor.

Para além disso, as Gerações X (56%) e Y (54%) consideram que as suas conquistas alcançadas não são valorizadas dentro das empresas.

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Assim, os profissionais, mas principalmente as novas gerações, procuram sobretudo um mentor nas chefias directas. Alguém que motive, que seja justo e que reconheça o valor e as conquistas profissionais, do colaborador. Começa a ser exigido um tipo de acompanhamento específico e as empresas terão que acompanhar esta nova realidade para reter os talentos, num mercado cada vez mais dinâmico.

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