Um gestor tóxico pode ter grande impacto na vida diária de um colaborador, bem como na probabilidade de este procurar rapidamente outro emprego. Mas também é importante falar do outro lado da moeda. O que torna um líder especialmente bom? Não é só o facto de ser simpático. A Fast Company partilha três características de chefes “em condições”.
Leah Mether, autora de “Steer Through the Storm: How to Communicate and Courageously Through Change”, aborda exactamente esta questão e diz que há três coisas que os bons chefes têm em comum: priorizar uma comunicação clara, demonstrar um cuidado genuíno para com a sua equipa e estabelecer expectativas realistas.
Embora comunicar com clareza e demonstrar empatia possa parecer algo intuitivo, a terceira competência de estabelecer expectativas razoáveis é algo importante a destacar. «No meio de sobrecargas de trabalho, quando tanta coisa parece fora de controlo, ter expectativas realistas e claras de um líder é essencial», refere Mether. «Os líderes devem garantir que as cargas de trabalho são realistas para evitar o burnout e promover um equilíbrio saudável entre a vida pessoal e profissional, ou correm o risco de os seus colaboradores saírem ou faltarem ao trabalho por doença.»
Outras características de um bom chefe incluem a consistência – é desanimador para os colaboradores não saberem que versão esperar de si – e a autoconsciência. «Os melhores chefes estão em sintonia com a sensação de trabalhar para eles», diz Robert I. Sutton, professor em Stanford e autor de “Good Boss, Bad Boss: How to be the Best. . . and learn from the Worst”, à escritora Gwen Moran.
Se quiser desenvolver estas características, há esperança. Pode começar por recolher feedback honesto de reports, pensar no tipo de liderança que admira e comunicar claramente com a sua equipa sobre como gosta de liderar.














