Onde é mais difícil para licenciados encontrar emprego na Europa?

Os diplomas universitários deveriam conferir uma vantagem aos licenciados no mercado de trabalho. No entanto, numa economia cada vez mais competitiva, isso está longe de ser garantido. A este propósito, o Euronews analisa os dados de emprego e desemprego na Europa.

Human Resources
2 de Julho 2026 | 09:40
Onde é mais difícil para licenciados encontrar emprego na Europa?

Na Europa, o impulso que uma licenciatura ou um mestrado conferem ao currículo depende, em grande medida, do país onde se vive. A análise dos dados de emprego da Eurostat mostra que a taxa de desemprego entre os diplomados é quase nula na maior parte da Europa Central e Oriental.

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Na Roménia, Chéquia, Polónia e Bulgária, menos de 1,5% das pessoas entre os 25 e os 54 anos com ensino superior estão desempregadas.

Por outro lado, em países como a Macedónia do Norte, a Turquia e a Bósnia-Herzegovina, onde a taxa de desemprego entre os diplomados ronda os 7%. Dentro da União Europeia (UE), a Grécia regista a taxa mais elevada: cerca de 6%.

Também em França (4,7%) e em Espanha (5,7%) os recém-licenciados não têm um desempenho muito melhor, com taxas de desemprego bastante superiores à média da UE, que é de 3,6%, ao passo que a Itália e a Alemanha se situam perto dos 3%.

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Em relação à taxa de desemprego na União Europeia, apesar de a economia espanhola ser uma das que mais crescem na UE, o país regista também a taxa de desemprego mais alta do bloco, com mais de 9% entre as pessoas com idades entre os 25 e os 54 anos.

Este valor é ainda superior ao de alguns países não membros, como a Sérvia (8,7%) e a Turquia (7,5%), enquanto a média da UE para este grupo etário é de 5,4%. A Itália (6,6%) e a França (6,1%) também apresentam taxas de desemprego superiores a esta média.

Já Portugal apresenta uma taxa de taxa de desemprego de 5,2%, um valor inferior à média da União Europeia.

Por outro lado, a Chéquia (2,4%), Malta (2,5%), a Polónia (2,7%) e os Países Baixos (2,9%) mantêm o desemprego abaixo dos 3%, enquanto a Alemanha surge pouco atrás, com menos de 4%.

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