O ordenado bruto médio mensal dos operadores de Contact Centers aumentou de 806.18 euros, em 2019, para 869.09 euros, em 2020. Também a percentagem de colaboradores com contratos sem termo subiu, em 2020, de 46% para 51%. Esta foi uma das principais conclusões do Estudo de Caracterização e Benchmarking sobre o sector apresentado, na 17ª Conferência Internacional da Associação Portuguesa de Contact Centers (APCC), intitulada “How Much Have We Changed? How Different Will We Become?”.
Segundo o Estudo de Benchmarking, realizado pela APCC em conjunto com a everis, os sectores que registaram ordenados mensais médios mais elevados foram o dos Correios e Distribuição Expresso (1158 euros), Bancos e Instituições Financeiras (961 euros) e Assistência em Viagem (851 euros).
Já os valores mais baixos foram registados nas Telecomunicações (635 euros), Turismo (635 euros) e Administração Pública (675 euros). Estes montantes correspondem apenas às remunerações base, pelo que não têm em conta a parte variável associada.
Ainda no que diz respeito aos vínculos laborais, houve uma diminuição de 45% para 43% de colaboradores com contratos a termo e de 8% para 5% com contrato temporário. Também a percentagem de trabalhadores a recibos verdes registou uma descida de 0,7% para 0,4%.
Neste estudo, que tem como objectivo analisar a evolução dos principais indicadores do sector dos Contact Centers, participaram 932 linhas de atendimento, um aumento da amostra em 210 linhas em relação a 2019.














