Segundo a CNBC Make It, o executivo defende que «o que muitos não percebem é que são as habilidades exclusivamente humanas que nos tornam insubstituíveis».
Para ele, as cinco mais importantes são:
Curiosidade
Dar respostas é uma das habilidades em que as ferramentas de IA se destacam. Com um comando simples, é possível obter uma resposta completa – muitas vezes com mais informação do que foi solicitado. Contudo, fazer perguntas ainda é uma capacidade na qual o ser humano bate aos pontos.
Coragem
É a coragem de arriscar e tomar decisões que torna as empresas inovadoras. E isso dificilmente pode ser reproduzido por uma máquina. A IA pode calcular o risco com base em milhares de variáveis, mas a decisão de avançar é 100% humana.
Criatividade
Ferramentas de IA geram possibilidades apenas com base em padrões que já existem. Inventar com uma base lógica é uma tarefa difícil (ou quase impossível) para uma máquina, resultando em eventuais alucinações e resultados falsos. A criatividade continua a ser um activo de extrema relevância para profissionais.
Compaixão
Nenhuma ferramenta de IA pode sentir e expressar compaixão. O que ela faz, na verdade, é reproduzir padrões comuns a esse sentimento.
Comunicação
A tecnologia organiza, traduz e estrutura informações, mas quem dá sentido, contexto e profundidade é o sr humano. «É como escrever um livro. A IA ajuda em alguns momentos, oferecendo feedback ou refinando exemplos. Mas o que realmente molda a escrita de um livro são as pessoas: conversas cara a cara, reflexão profunda e a troca de ideias», exemplifica Roslansky.














