Mais 20 empresas aderiram ao Pacto de Mobilidade Empresarial para a cidade de Lisboa, um compromisso conjunto promovido pelo BCSD Portugal, pelo World Business Council for Sustainable Development (WBCSD) e pela Câmara Municipal de Lisboa (CML).
O Pacto tem como objectivo contribuir para uma mobilidade mais sustentável, em Lisboa, através da criação de condições para adopção de novos comportamentos e de novas soluções pelas empresas e pelos seus colaboradores, mas também através do alargamento destas medidas a fornecedores e clientes.
Estas empresas e instituições comprometem-se assim a adoptar medidas para que a cidade de Lisboa tenha um sistema de mobilidade mais seguro, acessível, ecológico e eficiente, conforme os princípios fundamentais da colaboração, do compromisso, da transparência e da segurança.
Alguns exemplos destas iniciativas são a criação de redes de partilha de bicicletas, a promoção de trabalho remoto, o aumento do número de veículos elétricos em frotas de uso privado e operacional, a instalação de balneários para promover a utilização da bicicleta com meio de transporte e a atribuição de passes mensais gratuitos de transporte colectivo para os colaboradores.
«Assumem o compromisso de tornar a mobilidade mais sustentável em Lisboa 20 novas empresas: ALD Automotive; APCER; Avenue; Axians; BMW Portugal; Delta Cafés; DXC Technology; Eureka Coworking; FREE NOW; Glovo; Grupo BEL; Jerónimo Martins; Kapten; Lime; Power Dot; PRIO; RFF & Associados – Sociedade de Advogados, SP, RL; Sociedade Ponto Verde; Trivalor; Wyze Mobility», lê-se em comunicado.
Estas empresas juntam-se a outras 57 que em Dezembro já tinham aderido ao Pacto, entre elas Accenture; ANA – Aeroportos de Portugal; BNP Paribas; Brisa; CTT; DECO; Deloitte; DHL Express Portugal; EDP; Efacec; El Corte Inglês; EMEL; EY; Galp; Grupo Ageas Portugal; Grupo Pestana; PwC; Repsol; Santander; SGS Portugal ou Siemens.
«É tempo de agir. O Pacto de Mobilidade Empresarial fornece às empresas colaboração, inovação e metas ambiciosas. Esses são os meios que nos ajudarão a alcançar a nossa visão de cidades sustentáveis», garante João Wengorovius Meneses, secretário-geral do BCSD Portugal.














